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Secretário de Trump diz que EUA não deixam navios de Ormuz sair sem autorização

Bloqueio naval dos EUA contra Irã se torna global; 34 navios recuaram e nenhum sai do Estreito de Ormuz sem permissão da Marinha dos EUA

Pete Hegseth - Metrópoles
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  • O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, disse que o bloqueio naval contra embarcações ligadas ao Irã está se tornando global.
  • Ele afirmou que nenhum navio sai do Estreito de Ormuz sem permissão da Marinha dos EUA.
  • O bloqueio entrou em vigor no dia 13 deste mês, atingindo embarcações com origem ou destino em portos do Irã.
  • Até esta sexta-feira, 34 navios teriam dado meia-volta diante do bloqueio, segundo o general Dan Caine.
  • A Marinha dos EUA continuará interceptando embarcações nos oceanos Pacífico e Índico.

O governo dos Estados Unidos manteve seu bloqueio naval contra embarcações associadas ao Irã, com o objetivo de controlar o Estreito de Ormuz. A autoridade citada afirma que a medida está se expandindo globalmente e que nenhum navio pode transitar sem a autorização da Marinha dos EUA.

O secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que o bloqueio está se tornando mundial e que a passagem pelo estreito depende de permissão norte-americana. A declaração foi feita nesta sexta-feira, 24 de abril.

Segundo ele, a fiscalização tem interceptado navios da chamada frota clandestina iraniana que deixaram portos do Irã antes da vigência da medida. Até o momento, não houve detalhes sobre as identidades dos navios interceptados.

Até esta sexta-feira, o governo americano informou que 34 embarcações retornaram após o bloqueio entrar em vigor no dia 13 deste mês. A Marinha dos EUA prevê manter as interceptações nos oceanos Pacífico e Índico.

A justificativa oficial para o bloqueio envolve sanções e controle de rotas marítimas estratégicas, sob o argumento de impedir atividades ligadas ao Irã. O movimento é apresentado como parte de uma estratégia de pressão regional.

As informações não detalham quais navios ou organizações específicas estão sob vigilância, nem as consequências legais para violações. Autoridades norte-americanas reiteraram que a cooperação internacional é considerada essencial.

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