Em Alta NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Kim Jong Un elogia tropas que se detonaram para evitar captura pela Ucrânia

Líder norte-coreano elogia soldados que se detonaram para evitar rendição à Ucrânia, reforçando disciplina e lealdade no Exército

Kim Jong Un speaks during the opening ceremony of a memorial for North Korean troops killed while fighting for Russia in the war against Ukraine
0:00
Carregando...
0:00
  • Kim Jong Un elogiou soldados norte-coreanos que se detonaram com granadas para evitar serem capturados, confirmando uma provável política de campo de batalha.
  • Em discurso recente, o líder classificou quem escolheu o autossacrifício como “heróis” e destacou o alto nível de lealdade da tropa.
  • Seis mil soldados norte-coreanos teriam morrido até agora em apoio a Moscou na retomada de partes ocidentais de Kursk; o total enviado ficou estimado em quinze mil pelos serviços sul-coreanos, sem confirmação de Pyongyang ou de Moscou.
  • Agências de inteligência e desertores indicam que as tropas receberam ordens de se suicidarem para não virar prisioneiras; Pyongyang nega detalhes, mas a prática é ensinada como lealdade ao regime.
  • Kim também prestou homenagem a soldados que morreram em combate e destacou um acordo de cooperação militar firmado entre Coreia do Norte e Rússia em junho de 2024, que inclui envio de trabalhadores para Kursk.

Kim Jong Un elogiou militares da Coreia do Norte que, segundo ele, optaram por se explodir com granadas para evitar serem capturados pela Ucrânia, em Pyongyang durante a cerimônia de abertura de um memorial aos soldados mortos em combate ao lado da Rússia. O discurso ocorreu nesta semana e destacou o atestamento de suposta lealdade ao exército.

Segundo autoridades de Seul, estima-se que pelo menos 15 mil norte-coreanos foram enviados para a região de Kursk, na Rússia, para ajudar a recapturar áreas ocidentais. Mais de 6 mil deles teriam morrido; números não foram confirmados nem por Pyongyang nem por Moscou. Agências de inteligência apontam ordens de morte em combate.

Defeccionistas e observadores afirmam que as tropas eram orientadas a não se tornar prisioneiras de guerra. A prática foi mencionada por fontes de inteligência sul-coreanas e por descrições de prisioneiros de guerra exibidos pela mídia.

Durante o evento, Kim também homenageou combatentes que atuaram à frente e que teriam cumprido ordens, segundo relato da KCNA. O memorial ocorreu no contexto de um acordo de junho de 2024, quando Putin e Kim concordaram com cooperação militar em caso de agressão a qualquer um dos dois países.

Além disso, a Coreia do Norte prometeu enviar milhares de trabalhadores para apoiar a reconstrução da região de Kursk, conforme anunciado oportunamente. O discurso reforça a narrativa oficial sobre lealdade e sacrifício militar.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais