- A brasileira Flávia Hayasmim Leite Vieira Dias, de 25 anos, cumpre pena no maior presídio da Europa, na França, após ser flagrada com cerca de cinco quilos de cocaína em malas no Aeroporto de Paris.
- Ela foi condenada pela Justiça francesa a quinze meses de prisão, multa de 50 mil euros (aproximadamente R$ 310 mil) e proibição de retornar à França por dez anos.
- A prisão ocorreu logo após o desembarque, durante fiscalização alfandegária, e ganhou repercussão após a brasileira gravar um vídeo antes da viagem admitindo transportar a droga e correndo o risco de ser detida.
- Flávia está detenida no Centro Penitenciário de Fleury-Mérogis, situado a cerca de trinta quilômetros de Paris, o maior complexo prisional da Europa, com unidades para homens, mulheres e jovens adultos.
- O sistema carcerário de Fleury-Mérogis é alvo de críticas por superlotação e condições de encarceramento, com regras rígidas para visitas, contatos com o exterior e ligações telefônicas.
Flávia Hayasmim Leite Vieira Dias, brasileira de 25 anos, cumpre pena no maior presídio da Europa, na França. Ela foi condenada por tráfico de drogas após ser flagrada com aproximadamente cinco quilos de cocaína escondidos em malas no Aeroporto de Paris, em março.
A Justiça francesa a condenou a 15 meses de prisão e a pagar uma multa de 50 mil euros, equivalente a cerca de 310 mil reais. Além disso, recebeu a proibição de retornar ao país europeu por dez anos.
A detenção ocorreu logo após o desembarque, durante fiscalização alfandegária. A prisão foi confirmada pela Justiça francesa e a pena inclui ainda a determinação de não voltar à França por uma década.
Maior presídio da Europa
Flávia está custodiada no Centro Penitenciário de Fleury-Mérogis, a cerca de 30 quilômetros de Paris, região de Essonne. O complexo, inaugurado em 1968, é considerado o maior da Europa e abriga unidades para homens, mulheres e jovens adultos.
A instituição enfrenta problemas históricos como superlotação e críticas às condições de encarceramento. O complexo funciona como centro de triagem para presos provisórios e condenados, com milhares de detentos sob vigilância rígida.
O regime interno é estrito: visitas precisam de autorização prévia e agendamento, e as ligações telefônicas são limitadas a números cadastrados e horários específicos. Familiares relatam dificuldades para obter informações sobre transferências e rotinas.
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