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Modelo de capitalismo ‘suicida’ pode levar a guerra e fascismo, alerta climática

Petro afirma modelo capitalista é suicida, pode levar a guerra e fascismo; conferência em Santa Marta discute transição energética e dívida externa

Gustavo Petro, centre stage: ‘The question that needs to be asked is whether capitalism can truly adapt to a non-fossil energy model.’
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  • O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que o modelo atual de capitalismo é “suicida” e pode levar à guerra, ao fascismo e à extinção da humanidade, ao reunir 57 governos para tratar da crise climática.
  • A conferência em Santa Marta, na Colômbia, lançou as conversas entre ministros e autoridades sobre a transição global para energia limpa, após dias de debates da sociedade civil.
  • França tornou-se o primeiro país desenvolvido a divulgar um roteiro nacional para abandonar combustíveis fósseis, incluindo retirar carvão da matriz até 2027, acabar com a dependência do petróleo até 2045 e do gás até 2050.
  • Delegados do sul global destacaram que dívidas altas dificultam a transição e defendem que questões de dívida devem ser centrais em qualquer plataforma climática.
  • Analistas disseram que, embora não haja promessas de financiamento imediato, o encontro pode gerar ideias para reformas financeiras, como redirecionar subsídios a combustíveis fósseis para investimentos em energias limpas.

Gustavo Petro, presidente da Colômbia, afirmou que um modelo de capitalismo associado aos combustíveis fósseis pode levar a guerra, fascismo e até à extinção da humanidade. A declaração ocorreu durante a convenção de 57 governos sobre a transição para energia verde, em Santa Marta.

O encontro reúne ministros e autoridades, após quatro dias de debates com sociedade civil e universidades. Petro sustenta que a dependência de fósseis cria inércia econômica e ameaça a vida no planeta.

A conferência busca caminhos para a saída dos combustíveis fósseis e a aceleração de tecnologias de baixo carbono. Países discutem cronogramas para reduzir uso de carvão, petróleo e gás, com debate sobre justiça econômica e dívida externa.

Dívida, desenvolvimento e transição justa

Delegados do sul global destacam que o endividamento compromete investimentos em renováveis. Organizações van demonstram que pagamento de juros restringe importação de insumos como medicamentos e fertilizantes.

Especialistas afirmam que ampliar espaço fiscal é crucial para avançar na transição. Debates incluem reformas financeiras e maneiras de redirecionar subsídios aos combustíveis para investimentos limpos.

Colômbia e França já apresentaram planos para reduzir fósseis. França divulgou cronograma para eliminar carvão até 2027 e reduzir dependência de óleo e gás até 2050, com expansão de fontes renováveis.

A expectativa é que a conferência gere propostas de reformas financeiras, sem prometer novos recursos imediatos a países endividados. Organizações civis apontam a necessidade de aliviar dívidas para viabilizar transição.

Olhar para o futuro da energia

Especialistas ressaltam que a cooperação internacional é essencial para limitar impactos da dívida na transição. Conselhos indicam reformas regulatórias para reduzir risco climático e facilitar investimentos em tecnologias limpas.

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