- O rei Charles III chega a Nova York na terceira dia de uma viagem de quatro dias, para destacar laços culturais e econômicos entre Reino Unido e Estados Unidos em meio a tensões na relação especial.
- A agenda na cidade inclui uma cerimônia de deposição de coroa no memorial do 11 de setembro, para marcar 25 anos do ataque que deixou quase 3 mil mortos; o prefeito da cidade participará.
- Charles já havia se dirigido ao Congresso dos Estados Unidos, enfatizando a memória do dia e pedindo unidade entre os poderes ocidentais.
- Trump afirmou que Charles concorda com ele sobre a necessidade de impedir que o Irã tenha armas nucleares, comentário que pode constranger a comitiva real.
- A visita ocorre num momento de desgaste nas relações entre EUA e Reino Unido, mantendo foco na demonstração de cooperação, mesmo diante de controvérsias diplomáticas.
O rei Charles III chega a Nova York na quarta dia da viagem de Estado ao longo de quatro dias, buscando fortalecer laços entre Reino Unido e Estados Unidos em meio a tensões pela guerra no Irã. A agenda inclui eventos culturais e econômicos, com foco na relação especial entre os países.
A visita em Nova York começa com uma cerimônia de saudação ao memorial do 11 de setembro, em que Charles e Camilla participarão junto do prefeito da cidade. O objetivo é marcar 25 anos desde os ataques que ceifaram quase 3 mil vidas. O roteiro prevê ainda uma liderança de coroas com autoridades locais em reconhecimento às vítimas.
Durante a apresentação, Charles fez um discurso ao Congresso dos EUA, ressaltando a importância da unidade entre as potências ocidentais e mostrando solidariedade ao país após o feriado de memória. O tom foi de cooperação em face de desafios comuns.
Desdobramentos diplomáticos
Na esfera política, o tema Irã voltou ao centro das atenções após Trump afirmar que Charles concorda com a linha dele sobre o Irã, o que pode gerar constrangimentos para a comitiva real. O Palácio de Buckingham não comentou publicamente as declarações feitas pelo ex-presidente.
- No front político-legal, Todd Blanche, ex-advogado de defesa de Trump, anunciou duas acusações contra James Comey, ex-diretor do FBI, envolvendo suposta ameaça contra o presidente em rede social. Fitzgerald, representante de Comey, negou veementemente as acusações.
- Em meios oficiais, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, enfrentará questionamentos dos legisladores sobre a guerra no Irã durante seu primeiro depoimento ao Congresso desde o início do conflito.
- No âmbito espacial, Trump receberá os astronautas Artemis II no Salão Oval, em continuidade aos preparativos para a primeira viagem lunar humana em décadas, com a cápsula retornando a Kennedy Space Center.
Agenda econômica e judiciária
- O Supremo Tribunal Federal deve ouvir, nesta quarta, argumentos sobre o repúdio da administração Trump a proteções legais para migrantes que fogem de guerras e desastres, novo capítulo de uma série de casos em pauta sobre imigração.
- O Federal Reserve deve manter as taxas de juros estáveis, em meio a expectativas do mercado. Analistas citam riscos de alta de preços de energia e gargalos de cadeia de suprimentos ligados ao conflito no Irã.
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