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Rei e Rainha deixam flores no Memorial do 11 de Setembro em Nova York

Charles III e Camilla depositam rosas no memorial do 11 de setembro, em Nova York, durante visita de Estado, em meio a forte segurança e encontros com familiares e socorristas

From left: Michael Bloomberg, King Charles III and Queen Camilla at the 9/11 Memorial and Museum
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  • O rei Charles III e a rainha Camilla deixaram flores no Memorial de 11 de setembro em Nova York durante a visita de estado, recebidos por familiares de vítimas e primeiros socorristas; a segurança foi rígida.
  • O casal deixou um buquê de rosas brancas ao lado das piscinas memorialistas; o local abriga um museu e funciona como memorial permanente.
  • Os royals conversaram com representantes de organizações beneficentes que ajudam as famílias e com grupos educativos que preservam a memória de 2001.
  • Em discurso aos legisladores dos Estados Unidos, o rei pediu manter o apoio à OTAN e destacou a resposta da aliança aos ataques de 11 de setembro; afirmou que o mesmo fio de resolução é necessário para a defesa da Ucrânia.
  • A rainha trouxe uma peça de Roo, o canguru bebê, como substituto para a biblioteca pública de Nova York, reforçando a campanha de alfabetização; depois, o casal participa de eventos em Harlem sobre educação e alimentação saudável e de uma recepção para as indústrias criativas.

King Charles III e a Rainha Camilla realizaram uma visita de estado aos Estados Unidos e prestaram homenagem no Memorial do 11 de setembro, em Nova York. Em clima sóbrio, deixaram flores no local que lembra quase 3 mil mortos nos ataques de 2001. A cerimônia foi a primeira no espaço.

O casal encontrou familiares das vítimas e conversou com alguns dos bombeiros e socorristas presentes. Também marcaram presença o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, e o ex-prefeito Michael Bloomberg, entre outras autoridades.

A visita ocorreu sob forte esquema de segurança, com grande atuação policial, fechamento de vias e pontos de controle, além de helicópteros sobrevoando a área.

King e Rainha deixaram um buquê de rosas brancas ao lado das piscinas emblemáticas que hoje compõem o memorial, que ocupa um espaço aberto cercado por arranha-céus.

No local, houve conversas com representantes de instituições de caridade que ajudam as famílias das vítimas e com grupos educacionais que preservam a memória do ocorrido em 2001.

Em discurso anterior à visita, o King destacou a importância da memória dos ataques diante do Congresso dos EUA, pedindo apoio contínuo à OTAN e citando a reação dos membros da aliança após 9/11.

Ele afirmou que o mesmo espírito vigilante é necessário para a defesa da Ucrânia, reforçando o tom de cooperação internacional durante a viagem.

Nesta etapa da viagem de quatro dias, o roteiro também reserva momentos culturais, com a Rainha levando um objeto literário para a Nova Biblioteca Pública de Nova York.

Desde 1987, a biblioteca exibe os brinquedos originais de Winnie the Pooh; a predileção é pela memória literária e pela promoção da leitura, pauta defendida pela Rainha.

A Rainha trouxe um substituto do brinquedo Roo, ausente desde os anos 1930, feito pela mesma fábrica dos originais, para a exposição da biblioteca.

A patrona da leitura também participa da iniciativa Queen’s Reading Room, cuja CEO, Vicki Perrin, esteve em Nova York para falar sobre a crise de leitura e seus impactos sociais.

Ainda nesta quarta, o King visitará uma iniciativa educacional e de alimentação saudável no Harlem, antes de participar de uma recepção para indústrias criativas com possíveis presenças marcantes.

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