- Um ônibus, dirigido por um aprendiz, caiu no rio Sena após bater em um veículo estacionado em Juvisy-sur-Orge, no sudeste de Paris, nesta quinta-feira, 30, ficando totalmente submerso.
- Quatro pessoas foram resgatadas: o motorista e três passageiros; equipes de emergência ainda verificam se há mais pessoas a socorrer.
- Foram mobilizados quinze veículos de resgate, 34 bombeiros, 60 policiais e a brigada fluvial; pelo menos cinco linhas de ônibus foram desviadas.
- O motorista iniciante e o supervisor, além das outras pessoas a bordo, foram convocados para prestar esclarecimentos, segundo fontes locais ao jornal Le Figaro.
- As causas do acidente ainda não foram determinadas; testes de álcool e drogas do motorista deram negativo, e a transportadora Keolis solicitou uma investigação interna.
Um ônibus conduzido por um motorista em treinamento bateu em um veículo estacionado e caiu no rio Sena, em Juvisy-sur-Orge, no sudeste de Paris, nesta quinta-feira, 30. Quatro pessoas foram resgatadas dos destroços, segundo as autoridades.
O veículo ficou totalmente submerso após virar próximo à ponte Draveil. Ainda não está definido se havia mais ocupantes além do motorista e dos três passageiros que estavam a bordo. As equipes de resgate acompanham a operação para confirmar se há outras vítimas.
O motorista iniciante e o supervisor, além dos demais passageiros, foram convocados para prestar esclarecimentos, conforme fontes locais ao jornal Le Figaro. A prefeitura informou que 16 veículos de resgate, 34 bombeiros, 60 policiais e a brigada fluvial participaram das ações, e pelo menos cinco linhas de ônibus foram desviadas.
Investigação e próximos passos
A causa do acidente permanece sob apuração. Testes de álcool e de drogas realizados pelo motorista tiveram resultado negativo, segundo a empresa de transporte Keolis, que abriu uma investigação interna.
A prefeitura destacou a rápida resposta das equipes de emergência, afirmando que o objetivo foi manter as vias desobstruídas e facilitar o trabalho dos socorristas. As autoridades seguem verificando se há outras pessoas envolvidas ou pendentes de resgate.
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