- A Coreia do Norte enfrenta seca excepcional severa que ameaça plantações antes da temporada de plantio de arroz, segundo a agência KCNA em 30 de abril.
- O governo mobiliza agências para proteger plantações, enviar suprimentos agrícolas, garantir água para irrigação e instalar bombas e outros equipamentos.
- A crise de alimentos persiste há anos, agravada por sanções, fechamento de fronteiras, insumos limitados e choques climáticos.
- Organizações internacionais afirmam que a produção fica aquém das necessidades, com milhões de pessoas subnutridas e vulneráveis a desastres.
- O primeiro-ministro Pak Thae Song inspecionou fazendas em Pyongan do Sul e Hwanghae do Norte, pedindo uso total da água, reforço da irrigação e maior mecanização; Kim Jong-un já havia chamado a situação de questão política grave em 2024.
Coreia do Norte enfrenta seca excepcional que pode piorar a escassez de alimentos. A imprensa estatal informou que o país mobiliza esforços para proteger plantações antes da temporada de plantio de arroz, em meio a mudanças climáticas e calor intenso que afetam a produção agrícola.
Segundo a KCNA, a seca persiste em grande parte do território, fenômeno raro em anos anteriores. Agências governamentais enviam suprimentos, asseguram água para irrigação e instalçam bombas para reduzir danos às plantações de trigo e cevada. A meta é manter a produção acima do mínimo necessário à população.
Contexto e avaliação internacional
Agências da ONU reiteram que a produção agrícola costuma ficar aquém das necessidades, com milhões de pessoas em situação de subnutrição. A crise é influenciada por sanções, fechamento de fronteiras, insumos limitados e choques climáticos. A Coreia do Sul também vivenciou seca severa no ano passado, com restrições de água em Gangneung.
Definição de esforços oficiais e impacto esperado
O primeiro-ministro Pak Thae Song inspecionou fazendas nas províncias de Pyongan do Sul e Hwanghae do Norte, ordenando uso total de fontes de água, fortalecimento da irrigação e maior mecanização no plantio de arroz. O governo reiterou que a crise alimentícia é tratada como prioridade política.
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