- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse não estar satisfeito com o Irã após conversas telefônicas e negociações bilaterais em busca de paz, citando uma liderança persa fragmentada.
- Ele afirmou que o Irã não sabe mais quem lidera, com discordâncias entre as correntes do governo que dificultam um acordo.
- Trump disse que estavam avançando rumo a um bom acordo, mas uma ala que apoia armas nucleares entrou na conversa e a negociação desandou.
- O republicano afirmou que, embora todos os grupos que comandam o Irã queiram um acordo, as demandas são diferentes e conflitantes; reiterou que “ou vamos destruí-los ou fazemos um acordo”.
- Sobre a situação militar dos EUA, ele garantiu estoques de mísseis suficientes, disse que o bloqueio do estreito de Ormuz funciona e sinalizou possibilidade de presença no próximo G7, sem oferecer respostas sobre novos ataques.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse estar insatisfeito com o Irã após conversas telefônicas com a liderança iraniana e negociações bilaterais para um acordo de paz, realizadas na Casa Branca. O objetivo é um entendimento com Teerã, mas há impasses.
Segundo Trump, o Irã está fragmentado entre diferentes frentes, o que dificulta chegar a um consenso. Ele afirmou que houve avanço inicial rumo a um acordo, mas a intervenção de uma ala favorável a armas nucleares comprometeu as negociações.
Trump ressaltou que, apesar das divergências, todos os grupos de liderança iranianos desejam um acordo, mas com demandas conflitantes com os termos propostos pelos EUA. Ele adotou tom duro, citando opções entre destruição ou acordo.
O presidente também manteve postura sobre a situação militar americana, assegurando estoques de mísseis estáveis e forças em boa condição. Ele afirmou que o bloqueio do estreito de Ormuz funciona e deverá permanecer.
Em relação a possíveis ataques, Trump não confirmou ações futuras contra Teerã, respondendo de forma evasiva a perguntas sobre novas iniciativas militares. Ele também criticou Itália e Espanha por posições consideradas pró-Teerã.
Por fim, Trump sinalizou potencial comparecimento à próxima reunião do G7, sem compromissos definitivos, mantendo as portas abertas para diálogo com aliados.
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