- Um candidato presidencial colombiano busca ajuda de Donald Trump para combater gangues de cocaína.
- A eleição deste mês coloca uma escolha difícil: manter a estratégia de “Paz Total” do presidente Gustavo Petro ou retomar uma ofensiva militar apoiada pelos Estados Unidos.
- A política atual já levou sete milícias traficantes à mesa de negociações, mesmo com o atual boom histórico da cocaína.
- A alternativa destacada é uma nova ofensiva militar, semelhante à realizada pelo ex-presidente Álvaro Uribe há mais de vinte anos.
- Eleitores devem decidir entre continuidade de negociações com criminosos ou retorno a ações militares com apoio externo.
Um candidato presidencial colombiano pediu apoio de Donald Trump para intensificar a estratégia de combate a gangues de cocaína. A tentativa ocorre durante as eleições deste mês no país e busca ampliar a ofensiva contra organizações criminosas.
A campanha aponta o aumento do tráfico como desafio central, mesmo com sete milícias de tráfico de drogas tendo sido levadas à mesa de negociações. Segundo a elaboração da pauta, os líderes teriam lucrado com a atual onda de cocaína.
Eleitores colombianos enfrentam um dilema entre manter a atual via de negociações com criminosos, sob a chamada estratégia de Total Peace, ou retornar a uma ofensiva militar apoiada pelos EUA, parecida com ações do passado.
Contexto político
O debate envolve a atuação do governo atual, liderado pelo presidente Gustavo Petro, e a possibilidade de mudança de estratégia de segurança pública, com impactos na violência, na economia e na relação com aliados internacionais.
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