- Em 4 de maio, o presidente da França, Emmanuel Macron, cantou “La Bohème” durante um jantar oficial na Armênia, acompanhado por um pianista e pelo primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinian.
- A apresentação foi um momento descontraído, ocorrido no fim da noite após os jornalistas deixarem o local.
- O presidente armenio, Vahagn Khachaturyan, também tocou piano, interpretando “Les Feuilles Mortes”.
- A cena aconteceu na esteira da cúpula da Comunidade Política Europeia, realizada na Armênia, reunindo líderes europeus e o premiê canadense para discutir relações com os Estados Unidos.
- Nessa terça-feira, Macron e Pashinian devem assinar uma parceria estratégica, com foco em defesa, economia e contratos no setor de transportes, incluindo potenciais projetos com a Airbus e a construção de um túnel no eixo norte-sul. A França abriga a terceira maior diáspora armênia, com cerca de 400 mil descendentes.
O presidente da França, Emmanuel Macron, soltou a voz em um jantar oficial na Armênia nesta segunda-feira, 4. A apresentação aconteceu ao lado de um pianista e do primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinian, que acompanhou no instrumento de percussão. Macron cantou La Bohème, clássico de Charles Aznavour.
A cena ocorreu no fim da noite, descrita como um momento alegre por participantes após a imprensa ter deixado o salão. O vídeo da apresentação foi compartilhado no Facebook por um dos convidados. Aznavour, filho de imigrantes armênios, aparece como referência histórica na cultura francesa.
Durante o jantar, o presidente armênio Vahagn Khachaturyan também executou Les Feuilles Mortes ao piano, em tom de descontração entre chefes de Estado. O episódio ocorreu um dia após a cúpula da Comunidade Política Europeia na Armênia, que reuniu líderes europeus e o primeiro-ministro canadense Mark Carney.
Preparativos de cerimônia e acordos
Nesta terça, no último dia da visita de Estado, Macron e Pashinian planejam assinar uma parceria estratégica. O objetivo é consolidar defesa e abrir novas perspectivas econômicas entre França e Armênia, segundo o Palácio do Eliseu. Também estão previstos contratos no setor de transportes.
Entre os temas, constam possibilidades para a Airbus e o compromisso francês na construção de um túnel no eixo rodoviário norte-sul da Armênia, conforme informações oficiais. A França figura entre os arquivos de maior dimensão da diáspora armênia, com cerca de 400 mil descendentes.
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