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EUA mantém recompensa de US$ 25 milhões por chavista, diz Rubio

Rubio afirma que EUA mantêm recompensa de até US$ 25 milhões por informações que levem à condenação ou captura de Diosdado Cabello, considerado narcoterrorista

Diosdado Cabello, ministro do Interior, Justiça e Paz venezuelano, em ato chavista em Caracas em abril (Foto: Miguel Gutiérrez/EFE)
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  • O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que a recompensa de até US$ 25 milhões por informações que levem à condenação ou captura de Diosdado Cabello continua vigente.
  • Rubio disse que a política americana sobre Cabello não mudou e que ele continua sendo considerado narcoterrorista pelas autoridades dos Estados Unidos.
  • Cabello, ministro venezuelano, foi declarado procurado pelos EUA em março de 2020, por envolvimento em uma conspiração narcoterrorista e por crimes ligados a cocaína e armas.
  • A recompensa já foi de US$ 10 milhões e foi elevada para US$ 25 milhões no início de 2025; Cabello também é alvo de sanções dos EUA.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo norte-americano mantém a recompensa de até 25 milhões de dólares por informações que levem à condenação ou à captura de Diosdado Cabello. A declaração foi dada nesta terça-feira durante coletiva na Casa Branca.

Rubio informou que a posição dos EUA não mudou e que Cabello continua categorizado como narcoterrorista pelas autoridades americanas. Questionado sobre o tema, ele respondeu em espanhol que a política dos EUA será comunicada se houver alteração.

Cabello, atualmente ministro venezuelano do Interior, Justiça e Paz, foi declarado procurado pelos EUA em março de 2020. O governo americano o indiciou por conspiração narcoterrorista, envolvendo o Cartel de los Soles e as Farc, com acusações de tráfico de drogas e uso de armas.

A recompensa começou em 10 milhões de dólares e foi elevada para 25 milhões no início de 2025. Cabello também é alvo de sanções norte-americanas, impostas ao longo dos anos em resposta a atividades vinculadas ao chavismo.

Entre janeiro e abril deste ano, houve tensão entre Washington e Caracas, após operação que resultou na captura de Nicolás Maduro. Cabello lançou críticas a ataques e violências contra a soberania venezuelana, enquanto Delcy Rodríguez consolidava alinhamento com os EUA.

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