- Israel não tinha conhecimento de que Trump estaria próximo de um acordo com o Irã para encerrar a guerra e abrir caminho para desbloquear o Estreito de Ormuz.
- Segundo a fonte israelense, o país se preparava para uma escalada dos combates.
- Duas fontes disseram à Reuters que EUA e Irã estão próximos de um memorando de uma página para encerrar a guerra no Golfo.
- O memorando, com 14 pontos, encerraria formalmente o conflito e incluiria discussões sobre desbloquear a navegação pelo Estreito de Ormuz, suspender sanções e impor restrições ao programa nuclear iraniano.
- Nesta quarta-feira, Trump afirmou que, se não houver acordo, novos bombardeios serão lançados contra o Irã.
Israel não tinha conhecimento de que o presidente dos EUA, Donald Trump, estaria próximo de um acordo com o Irã para encerrar a guerra e abrir caminho para desbloquear o Estreito de Ormuz, segundo uma fonte israelense. A informação aponta que Israel, ao contrário, se preparava para uma escalada dos combates.
Duas fontes disseram à Reuters que EUA e Irã estariam próximos de um memorando de uma página para encerrar o conflito no Golfo. O documento plantearia 14 pontos para encerrar formalmente a guerra e abrir diálogo sobre sanções e nuclear iraniano.
Entre os itens do possível memorando estariam discussões para desbloquear a navegação pelo Estreito de Ormuz, suspensão de sanções dos EUA contra o Irã e acordos sobre restrições ao programa nuclear iraniano.
Desdobramentos diplomáticos
Nesta quarta-feira, 6 de maio, Trump afirmou, por meio da rede Truth Social, que novos bombardeios ocorreriam caso o Irã não feche um acordo. Segundo ele, as ações seriam em nível e intensidade maiores do que as já vistas.
A divulgação de que partes estariam perto de um acordo contrasta com a posição de Israel, que sinalizou preparação para ampliar conflitos na região. Não houve confirmação oficial de um acordo entre EUA e Irã até o momento.
Fontes próximas ao tema destacam que as negociações ainda não são públicas nem finalizadas. O que se sabe é que o cenário diplomático envolve a possibilidade de alterações nas sanções e no controle de atividades nucleares.
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