- Lula levará uma comitiva com cinco ministros para reunião com o presidente Donald Trump na Casa Branca, em 6 de maio de 2026.
- Estarão presentes Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores; Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública; Dario Durigan, ministro da Fazenda; Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; além do diretor-geral da Polícia Federal.
- Os dois temas centrais são o combate ao crime organizado e questões comerciais, com a expectativa de aprofundar a cooperação entre Brasil e Estados Unidos.
- A classificação do Comando Vermelho e do Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas não é prioridade definida para a agenda.
- Outros assuntos podem entrar na pauta, como a guerra no Irã e terras raras, embora a lista oficial ainda não tenha sido divulgada; Lula deve retornar ao Brasil no mesmo dia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva levará uma comitiva de 5 ministros para reunião com o presidente Donald Trump na quarta-feira, 6 de maio de 2026, em Washington. Os temas centrais são o combate ao crime organizado e questões comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
Além dos ministros, o encontro contará com o diretor-geral da Polícia Federal. A presença visa ampliar cooperação em segurança e medidas de facilitação de comércio entre os dois países.
Participantes e objetivos
Mauro Vieira, Relações Exteriores; Wellington César Lima e Silva, Justiça e Segurança Pública; Dario Durigan, Fazenda; Márcio Elias Rosa, Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; e Alexandre Silveira, Minas e Energia integram a comitiva. A agenda também pode incluir temas como terras raras e cooperação energética.
O governo brasileiro já enviou uma proposta de cooperação anti-crime organizado. Não há confirmação de que a classificação do CV ou PCC como organizações terroristas será discutida, considerado não prioritário. O conflito no Oriente Médio e a guerra no Irã aparecem como pano de fundo para o endurecimento de tom de Lula.
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