- Rússia realiza o desfile do Dia da Vitória na Praça Vermelha, em Moscou, sem demonstração de tanques ou armamentos pesados.
- Kremlin informou cessar-fogo temporário com a Ucrânia por três dias, de 9 a 11 de maio de 2026, durante as celebrações.
- Ucrânia se disse disposta a seguir o caminho diplomático se a Rússia interromper ofensivas; há acordo para a troca de mil prisioneiros de cada lado.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a trégua de três dias; principais chefes de Estado confirmados são Alexander Lukashenko, da Bielo-Rússia, e Robert Fico, da Eslováquia.
- O desfile não terá exibição de armamentos pesados, a parte aérea permanece, com caças Sukhoi Su-25 formando as cores da bandeira russa; a Rússia informou cessar hostilidades na linha de frente contra instalações militares da Ucrânia durante a suspensão.
Rússia realiza neste sábado 9 de maio o Desfile da Vitória na Praça Vermelha, em Moscou, sem a exibição de tanques ou veículos blindados. O ato coincide com comemorações da vitória sobre a Alemanha nazista em 1945 e ocorre sob preocupação com possíveis ataques de Kiev.
O Kremlin anunciou um cessar-fogo temporário com a Ucrânia, válido por 3 dias, da meia-noite de 9 de maio até 11 de maio. A trégua é citada como condição para a cerimônia, com a expectativa de deslocamentos entre as duas partes.
Além disso, está prevista a troca de 1.000 prisioneiros de cada lado. O porta-voz do Kremlin afirmou que a Rússia não precisa de permissão para realizar o desfile em Moscou.
Participantes e formato do desfile
A parada deste ano não contará com armamentos pesados. A parte aérea terá mudanças mínimas, com acrobacias e uma formação de caças Sukhoi Su-25 formando as cores da bandeira russa.
Entre os convidados oficiais, participam o presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, e o premiê da Eslováquia, Robert Fico. A presença de outros líderes é mencionada como parte do protocolo do evento.
Contexto histórico e relevância
O Dia da Vitória relembra a derrota da Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial, conhecida como Grande Guerra Patriótica na Rússia. O desfile é visto como demonstração de poder e memória histórica no país.
Historicamente, a celebração ganhou impulso no governo de Vladimir Putin e passou por alterações desde 1991, com retorno gradual à tradição de grandes desfiles. A edição de 2025 contou com visitas de chefes de Estado internacionais.
Entre na conversa da comunidade