- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, viaja na madrugada de quarta-feira, 13 de maio de 2026, para cumprir agendas na Rússia e na França.
- Em Moscou, a comitiva chega na manhã de quinta-feira, 14 de maio, para a reunião do board do Novo Banco de Desenvolvimento e encontra-se com a presidente do banco, Dilma Rousseff.
- Ele também pretende encontros com diretores da instituição e com integrantes do governo russo durante a estadia na capital russa.
- Em Paris, na segunda-feira, 18 de maio, participa de reunião ministerial do Grupo dos Sete e de atividades com a sociedade civil e o setor privado francês.
- Na capital francesa, o ministro terá reuniões bilaterais com representantes do Japão e da França, além de encontro com o diretor executivo da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol; a viagem é considerada relevante pelo contexto do conflito no Oriente Médio.
Dário Durigan, ministro da Fazenda, embarca nesta semana para cumprir agenda internacional. Ele parte na madrugada de quarta-feira, 13 de maio de 2026, com destino à Rússia e França. A viagem inclui encontros com representantes do Brics e com autoridades francesas, reforçando o foco em cooperação econômica.
A comitiva chega a Moscou na manhã de 14 de maio. O primeiro compromisso é a reunião do board do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco dos Brics. À tarde, Durigan se reúne com a presidente do banco, Dilma Rousseff, para discutir estratégias de cooperação.
No dia seguinte, o ministro mantém contatos com diretores do NBD e busca contatos com membros do governo russo. A viagem segue para Paris, prevista para segunda-feira, 18 de maio, para a reunião ministerial do G7.
Em Paris e agenda no G7
Em Paris, Durigan participa de atividades ligadas ao engajamento com sociedade civil e setor privado francês. Também terá reuniões bilaterais com representantes do Japão e da França. No encontro, está prevista a participação com Fatih Birol, diretor executivo da IEA.
Segundo a avaliação do governo, a viagem ganha relevância diante do conflito no Oriente Médio entre EUA e Irã. O objetivo é potencializar diálogos e alinhar pautas econômicas com parceiros de alta influência global.
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