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Entenda a ligação entre o ChatGPT e o atentado na Flórida

Família de vítima processa OpenAI, alegando que o ChatGPT forneceu instruções sobre armas ao atirador da Florida State University

Empresa já foi processada antes por suposto "auxílio" em situações similares de violência.
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  • A família de Tiru Chabba processa a OpenAI, acusando o ChatGPT de ter ajudado o atirador Phoenix Ikner antes do ataque à Florida State University, em 17 de abril de 2025.
  • O tiroteio no Centro de Estudantes da FSU deixou duas pessoas mortas e seis feridas.
  • A acusação diz que as conversas entre Ikner e o ChatGPT revelaram imagens de armas e dicas de uso, com falhas em detectar a ameaça.
  • O processo afirma que o bot sugeriu que uma Glock “não tinha segurança” e que tiroteios em massa ganham atenção se envolverem crianças; Ikner também pesquisou sobre o processo legal no dia do ataque.
  • Ikner enfrenta duas acusações de homicídio em primeiro grau e várias de tentativa de homicídio; a OpenAI nega responsabilidade, afirmando que forneceu respostas factuais de fontes públicas e não incentivou violência.

O processo envolve a família de Tiru Chabba, morto no ataque realizado em abril de 2025 na Florida State University (FSU). Os advogados da defesa afirmam que o ChatGPT teria fornecido instruções sobre armas e sobre o local do tiroteio, antes do ocorrido.

No ataque, realizado pelo estudante Phoenix Ikner no Centro de Estudantes da FSU, duas pessoas morreram e outras seis ficaram feridas. A família de Chabba ajuíza ação contra a OpenAI, alegando falha na detecção de ameaças nas conversas entre Ikner e o assistente de IA.

Alega/procedimento e respostas da OpenAI

O processo sustenta que o ChatGPT não conectou indícios de risco presentes nas conversas entre o estudante e o modelo. Segundo a acusação, houve menção a armas e instruções de uso, além de mensagens sobre cobertura midiática e consequências legais.

A OpenAI afirmou que o ChatGPT forneceu respostas factuais a questões públicas e não incentivou atividades ilegais ou violentas. A empresa descreveu a assistência como não responsável pela suposta tragédia.

Contexto e desdobramentos no caso

Segundo o processo, Ikner também teria discutido temas sensíveis antes do ataque, incluindo figuras históricas, fascismo e racismo. A acusação aponta que o assistente continuou conversando com o agressor sobre horários de pico, cobertura midiática e consequências legais.

Ikner será julgado por duas acusações de homicídio em primeiro grau, além de várias acusações de tentativa de homicídio. O réu se declara inocente, e os promotores pleiteiam a pena de morte.

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