- Abraão Caetano, 58 anos, pernambucano e suboficial da Aeronáutica, morreu no último dia 30 de abril após cerca de quatro meses internado em UTI na Espanha.
- O acidente ocorreu em 30 de dezembro de 2025, durante viagem de réveillon da família de Madri para Vera; o filho Daniel de Paula Caetano, 23 anos, morreu no local.
- Um idoso de 73 anos que seguia no outro veículo também morreu; a colisão envolveu dois carros e mobilizou a Guarda Civil, bombeiros e serviços de emergência.
- Abraão recebeu tratamento com oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) e havia planos de transferência para Recife para continuar o tratamento com apoio da Força Aérea Brasileira; a remoção estava prevista para esta segunda-feira.
- Segundo a família, a filha dele, grávida de cinco meses, não sofreu ferimentos; o militar faleceu antes da viagem.
Abraão Caetano, 58 anos, pernambucano e suboficial da Aeronáutica, morreu no dia 30 de abril, após quase quatro meses internado na UTI de um hospital na Espanha. Ele ficou gravemente ferido em um acidente de carro durante viagem de réveillon com a família.
O acidente ocorreu em 30 de dezembro de 2025, entre Madri e a cidade de Vera, onde a família iria passar o ano novo. O filho dele, Daniel de Paula Caetano, de 23 anos, morreu no local.
Uma colisão envolveu dois automóveis; um senhor de 73 anos, que viajava sozinho, também faleceu. Equipes da Guarda Civil, bombeiros e serviços de emergência atenderam às vítimas e fizeram o resgate.
A filha de Abraão, gestante de cinco meses, não sofreu ferimentos. Según relatos, o militar teve múltiplas fraturas e uma grave lesão pulmonar, recebendo tratamento com ECMO, conhecido como pulmão artificial.
Transferência para o Recife
A família aguardava a transferência clínica de Abraão para Recife, com apoio da Força Aérea Brasileira, para continuar o tratamento no Brasil. A remoção estava programada para esta segunda-feira, mas o falecimento ocorreu antes da viagem.
O caso também traz lembrança de atuação de Abraão em operações de resgate. Amigos afirmam que ele participou das buscas aos destroços do voo da Air France, em 2009, entre Recife e Paris, que resultou na perda de 228 vidas.
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