- Quatro assessores ministeriais renunciaram, acusando o premiê de não ter capacidade de liderar; mais de 60 deputados trabalhistas pediram publicamente sua renúncia.
- Keir Starmer pediu apoio em discurso em Londres e afastou a ideia de uma disputa interna, prometendo um governo mais ousado.
- A oposição interna ganhou força, com Catherine West pedindo eleição de liderança em setembro, após críticas ao governo.
- Dois aliados próximos de Starmer — Steve Reed e John Healey — voltaram ao gabinete nesta segunda-feira; não houve confirmação sobre agenda de reunião.
- Starmer disse que haverá uma “ruptura completa” e reiterou planos de estreitar laços com a Europa, nacionalizar siderúrgica e apoiar jovens no mercado de trabalho.
Keir Starmer enfrenta nova crise no governo do Reino Unido após quatro assessores renunciarem e mais de 60 deputados trabalhistas cobrarem sua saída. A derrota eleitoral gerou pressão interna e dúvidas sobre a liderança.
Assessores afirmaram que o premiê não tem capacidade de conduzir o partido até a eleição de 2029, o que alimenta especulações sobre uma crise de liderança. A Secretaria de Relações Exteriores também é citada em mensagens de descontentamento.
Catherine West, ex-vice-primeira-ministra, disse à Reuters que recebeu apoio para exigir um cronograma de saída e defendia eleição interna ainda em setembro. A fala ocorreu após críticas públicas ao governo no fim de semana.
Entre os aliados próximos, ministros como Steve Reed (Meio Ambiente) e John Healey (Defesa) entraram no gabinete em Downing Street, conforme a Sky News. Ngún comentário oficial foi divulgado sobre a reunião.
Starmer disse, em Londres, que pretende uma ruptura completa para enfrentar guerras internacionais e estabilizar o país. O premiê prometeu governo com esperança, urgência e um Reino Unido mais forte e justo.
Ele afirmou que governará para melhorar padrões de vida e enfrentar o avanço de Reform UK e dos Verdes. Em meio à crise, ele reiterou que não abandona o cargo e quer estreitar laços com a Europa.
O clima no Partido Trabalhista permanece tenso após perdas em conselhos locais e parlamentos regionais. Deputados discutem caminhos para a continuidade da liderança, sem manifestação pública de apoio a mudanças imediatas.
Autoridades e aliados ressaltam que um leque de possíveis candidatos pode surgir, mas ainda não há consenso. A imprensa nacional acompanha o desdobramento conforme novas informações forem divulgadas.
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