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Trump classifica proposta iraniana para fim da guerra como lixo

Trump chama proposta iraniana de lixo e afirma cessar-fogo está por um fio, ampliando incerteza sobre acordo e impactos globais

Trump classifica como 'lixo' a proposta iraniana para o fim da guerra com os EUA
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  • Trump classificou a proposta iraniana para o fim da guerra como “lixo” e disse que a trégua está por um fio.
  • O presidente afirmou que não terminou de ler o que foi enviado pelo Irã e que o cessar-fogo está no pior momento.
  • Especialistas veem improvável um acordo antes do encontro de Trump com o presidente chinês Xi Jinping, marcado para quarta-feira.
  • O preço do barril de petróleo fechou em US$ 104,00, com alta de quase três por cento; o estreito de Ormuz teve cerca de um bilhão de barris não entregues nos últimos dois meses.
  • Navios foram barrados pela marinha norte‑americana — 66 cargueiros impedidos de seguir viagem —, enquanto Modi, na Índia, pediu reduzir deslocamentos e consumo; na França, agricultores protestam pelo aumento de 30% no diesel em dois meses.

O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou como lixo a proposta do Irã para encerrar o conflito entre os dois países e afirmou que a trégua está à beira de romper. A declaração ocorreu na Casa Branca, nesta segunda-feira (11).

Trump disse que o Irã voltou atrás na entrega de urânio enriquecido aos Estados Unidos e que o cessar-fogo está no pior momento. Ele chamou a proposta de estúpida, sem detalhar compromissos concretos.

Segundo analistas, é improvável um acordo antes da reunião de Trump com o presidente da China, Xi Jinping, prevista para quarta-feira (13). A tensão entre as potências alimenta especulações sobre o desfecho.

Impacto global e energético

O mercado reagiu com alta no preço do petróleo, próximo de US$ 104 o barril. A Arábia Saudita informou que cerca de um bilhão de barris deixaram de ser entregues nos últimos dois meses, por bloqueio no estreito de Ormuz.

A crise elevou custos e preocupações logísticas. A marinha dos EUA jáinterrompeu 66 navios cargueiros. Países dependentes de energia avaliam impactos na produção e no consumo doméstico.

Em outros países, medidas de contenção surgiram. Na Índia, Modi pediu redução de deslocamentos e consumo para reduzir a pressão energética. Na França, agricultores protestaram contra o aumento do diesel.

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