- O governo vai encaminhar, em até dez dias, todas as informações sobre as exportações de carne brasileira para a União Europeia, separadas por tipo de proteína.
- Na terça-feira, o Brasil foi excluído da lista de países autorizados a vender derivados de origem animal para a UE.
- O embaixador brasileiro junto à UE, Pedro Miguel da Costa e Silva, se reuniu no dia 13 com autoridades sanitárias da União Europeia para entender a retirada.
- A União Europeia aponta falta de garantias sanitárias sobre o uso de antibióticos pelos pecuaristas brasileiros.
- A UE é o segundo maior market para as carnes brasileiras, com quase US$ 2 bilhões em negócios no ano passado, e as exportações seguem até 3 de setembro; a mudança pode ter relação com o acordo Mercosul-União Europeia.
O governo federal vai encaminhar, em até dez dias, todas as informações sobre a produção de carne exportada para a União Europeia. Na terça-feira, 12 de maio de 2026, o Brasil foi excluído da lista de países autorizados a vender carnes e derivados ao bloco.
O embaixador brasileiro junto à UE, Pedro Miguel da Costa e Silva, reuniu-se nesta quarta-feira, 13 de maio, com autoridades sanitárias europeias para entender a retirada do país da lista. A UE aponta falta de garantias sanitárias sobre o uso de antibióticos por pecuaristas brasileiros.
A União Europeia é o segundo maior destino das carnes brasileiras em valor, com quase US$ 2 bilhões em negócios no ano passado. A China ocupa a liderança, com quase US$ 10 bilhões. Até 3 de setembro, as exportações ao bloco devem seguir normalmente.
A avaliação interna aponta que o acordo Mercosul-UE pode ter motivado as novas exigências sanitárias. O governo brasileira considera o prazo de dez dias para envio de informações como parte do processo de reavaliação das exportações de carne por tipo de proteína.
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