- Donald Trump teria deixado instruções precisas para o vice-presidente JD Vance, que só deveriam ser abertas caso o presidente morra durante o segundo mandato.
- Além disso, o chefe de contraterrorismo da Casa Branca informou ao New York Post sobre uma carta escrita à mão, guardada no Salão Oval, com orientações sobre como agir se ocorrer um assassinato.
- Segundo Sebastian Gorka, existem protocolos específicos para retaliação contra os responsáveis por um atentado, incluindo cenários envolvendo a China ou outros agentes estrangeiros.
- As tensões com o Irã seguem, com Trump dizendo ter deixado ordens para uma resposta devastadora caso seja morto pelo Irã; a viagem à China teve foco em relações diplomáticas, comerciais e estratégicas.
- Durante a visita à China, Trump enfrenta avaliações de que seria um obstáculo aos interesses chineses; houve ainda um incidente em que um homem armado atingiu um posto de controle durante um jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou instruções confidenciais para o vice-presidente JD Vance, a serem abertas caso ele não possa cumprir o mandato. As informações foram apresentadas pelo diretor de contraterrorismo da Casa Branca, Sebastian Gorka, em entrevista ao New York Post.
Segundo Gorka, Trump deixou orientações precisas para a transição de poder em caso de morte durante o seu segundo mandato. Além disso, o presidente conservaria uma carta escrita à mão no Salão Oval com diretrizes sobre como agir diante de um atentado que o tenha tirado da linha de comando.
Em relação a retaliações, Gorka disse que existiriam regras de atuação para lidar com responsáveis por ataques, com protocolos específicos já preparados caso o Irã ou qualquer ator estrangeiro contribua para uma fatalidades. Ele não revelou o conteúdo exato, citando confidencialidade.
A reportagem aponta que Trump já enfrentou tentativas de assassinato e que contas de segurança apontam ameaças críveis vindas do Irã, associadas a ações contra a liderança norte-americana. A tensão cresce conforme Trump intensifica contatos com aliados internacionais.
Em janeiro, Trump mencionou ter deixado ordens para responder ao Irã, caso seja alvo de ações de agentes iranianos. Ele afirmou que não hesitaria em retaliar de forma ampla, caso o país atuasse contra a América.
Durante a visita recente à China, Trump planeja reunir-se com Xi Jinping para tratar de estratégia envolvendo Irã, comércio e avanços em tecnologia. A viagem ocorre em meio a discussões sobre segurança e diplomacia global.
Sebastian Gorka também avaliou que alguns analistas veem Trump como obstáculo a interesses chineses. Ele citou a possibilidade de uma manobra indireta para dificultar o presidente, embora não acredite que haja risco imediato.
A discussão sobre segurança presidencial ganhou força após um incidente anterior, quando um homem armado transgrediu barreiras do Serviço Secreto durante um jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. Agentes moveram Trump, Vance e outros.
JD Vance permanece nos Estados Unidos, pronto para assumir a Presidência em caso de necessidade, conforme informado pela equipe de segurança. Enquanto isso, a programação oficial continua com visitas e reuniões previstas para a agenda externa de Trump.
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