- Trump e Xi Jinping se reuniram na China em encontro bilateral, com afagos e promessa de aprofundar a relação entre os dois países.
- O presidente dos EUA chamou Xi de amigo e afirmou que a relação entre EUA e China será melhor do que nunca.
- Xi disse que China e EUA devem ser parceiros, não rivais, e que podem se ajudar mutuamente a ter sucesso.
- A recepção incluiu desfile de honra, música cerimonial e crianças acenando, marcando a primeira visita oficial de Trump à China neste mandato.
- A pauta da viagem envolve tarifas, minerais críticos, Guerra no Irã, Taiwan e inteligência artificial, com expectativa de renovação da trégua tarifária e debate sobre venda de armas a Taiwan.
Trump e Xi se reuniram na China em 14 de maio, em uma reunião bilateral realizada em Pequim. A visita de Trump, que dura até sexta-feira (15/5), ocorre em meio a tensões sobre Taiwan. O encontro visa ampliar canais de diálogo entre as duas potências.
Trump elogiou Xi, chamando-o de amigo e afirmando que a relação entre China e EUA é fantástica e tende a ficar ainda melhor após o encontro. Segundo o presidente americano, as conversas costumam ocorrer por telefone para resolver rapidamente eventuais problemas.
Xi Jinping enfatizou a necessidade de que China e EUA sejam parceiros, não rivais, e destacaram a importância de cooperação mútua para prosperar. O presidente chinês afirmou que uma relação estável entre os dois países é benéfica ao mundo.
Recepção e contexto da visita
A cerimônia de boas-vindas incluiu desfile da guarda de honra, música cerimonial e reconhecimento de crianças aplaudindo os visitantes. Esta é a primeira visita oficial de Trump à China neste mandato.
Na agenda, estão tópicos como tarifas, minerais críticos, a guerra no Irã, Taiwan e avanços em inteligência artificial. No ano anterior, houve tensão econômica entre as duas potências, com tarifas elevadas e medidas associadas a terras raras, que são vitais para tecnologia e indústria. Uma trégua foi anunciada em outubro, com expectativa de renovação durante o encontro.
Taiwan aparece como tema central, com o tema de venda de armas à ilha entre os pontos discutidos. As autoridades chinesas ainda não definiram resultados oficiais, mas o debate domina as expectativas do encontro e pode influenciar o rumo das relações bilaterais.
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