- Em Nova York, durante a Semana do Brasil, ocorreu a terceira edição do Summit Valor Brazil-USA, com participação de CEOs, investidores e presidentes de conselhos.
- O evento destacou que o Brasil manter-se não alinhado automaticamente a grandes potências é visto como positivo em meio à competição entre Estados Unidos e China.
- Painelistas apontaram que a exploração de minerais críticos pode alterar a visão de investidores sobre o Brasil, mas resolver a situação fiscal é crucial para atrair capital.
- Também foram discutidos o desenvolvimento de uma IA socialmente responsável e o cenário político das eleições americanas e brasileiras, incluindo pesquisas de intenção de voto.
- O diretor Frederic Kachar e a diretora Maria Fernanda Delmas ressaltaram a importância da relação Brasil–EUA e o papel de temas como comércio, energia, finanças, segurança e atuação regional.
O Summit Valor Brazil-USA realizou sua terceira edição nesta quarta-feira, 13, no Hotel St. Regis, em Nova York, durante a Semana do Brasil. O evento reuniu CEOs, empresários, investidores e presidentes de conselhos para discutir caminhos do Brasil na relação com os EUA e os desafios pela frente.
Painelistas brasileiros e americanos destacaram que o Brasil permanece não alinhado automaticamente a grandes potências, cenário visto como positivo em meio a disputas entre EUA e China. A presença de Pequim na região foi alvo de críticas entre participantes republicanos.
Entre os temas, a exploração de minerais críticos foi apontada como fator capaz de mudar a percepção externa sobre o Brasil, enquanto a mesma discussão ressaltou a importância de resolver a situação fiscal para atrair capital.
Também foram discutidos desenvolvimento e aplicação de uma IA socialmente responsável, além de temas políticos como o cálculo eleitoral envolvendo Donald Trump e as eleições presidenciais de outubro no Brasil, com base em pesquisas de intenção de voto.
Frederic Kachar, diretor geral da Editora Globo e do Sistema Globo de Rádio, ressaltou a longa relação Brasil-EUA e a possibilidade de ampliar cooperação nas áreas de comércio, energia, finanças e segurança. Maria Fernanda Delmas, da Redação do Valor, reforçou o papel estratégico da parceria no curto e médio prazo.
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