- O Conselho de Segurança da ONU analisa a resolução proposta pelo Bahrein, que pede a liberação imediata do estreito de Ormuz, com apoio dos Estados Unidos; China e Rússia ainda discordam.
- A proposta prevê retirada de minas navais e fim da cobrança de pedágio para travessia de embarcações.
- Em outra frente, representantes de Israel e do Líbano se reúnem nos Estados Unidos, em meio a negociações sobre o cessar-fogo, com Washington sediando a terceira rodada de contatos.
- O Hezbollah atacou o norte de Israel; a segurança foi reforçada e a resposta israelense atingiu alvos do grupo no sul do Líbano.
- Beirute concorda com a proposta sobre Ormuz, mas não controla o Hezbollah; o fim do conflito no Líbano é condição iraniana para encerrar a guerra com os EUA, com divergência ainda sobre o estreito.
O Conselho de Segurança da ONU analisa uma resolução proposta pelo Bahrein que pede a liberação imediata do estreito de Ormuz. A proposta recebeu apoio dos Estados Unidos, enquanto China e Rússia mantêm discordâncias que podem impedir a adoção.
O texto prevê a retirada de minas navais no canal e o fim da cobrança de pedágio para a travessia de embarcações. A medida busca facilitar o tráfego marítimo na região, mas o veto de potências permanece em aberto.
A segurança no norte de Israel foi reforçada após um drone do Hezbollah ferir ao menos três pessoas. A resposta israelense atingiu alvos do grupo no sul do Líbano, elevando a tensão na região.
Diálogo entre Israel e Líbano; próximos passos no Oriente Médio
Washington sediou a terceira rodada de negociações entre representantes de Israel e do Líbano para avançar um cessar-fogo. O encontro ocorre em meio a cobranças por desarmamento do Hezbollah e a fragilidade do acordo vigente, que tem prazo até domingo.
Beirute afirmou concordar com a proposta de Ormuz, mas não tem controle efetivo sobre o Hezbollah. O Irã condiciona o fim do conflito com os Estados Unidos a diversion de linhas de confronto, mantendo como ponto central a disputa pelo estreito.
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