- A mídia estatal chinesa, até horas antes da chegada de Trump, deixava claro que Pequim não se dobraria a estratégias de intimidação dos EUA.
- O objetivo era fazer com que seus interesses prevalecessem nas negociações com os Estados Unidos.
- A abordagem sugeria uma conversa em pé de igualdade nas negociações entre China e EUA.
- A matéria é da Nikkei Asia, com reports a partir de Pequim.
Pequim afirmou tratar as negociações com os EUA em pé de igualdade. A posição foi veiculada pela imprensa estatal chinesa nas horas que antecederam a chegada do ex-presidente dos EUA, Donald Trump.
Segundo o material oficial, Pequim não se curvaria a estratégias de intimidação durante as conversas com Washington. O objetivo é fazer com que seus interesses prevaleçam nas tratativas bilaterais.
A promessa de participação igualitária aparece como medida de estabelece a postura chinesa, sem indicar mudanças no roteiro de negociações ou de comunicação entre os dois governos. A cobertura enfatiza a independência de decisão de Pequim no processo.
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