- Entre quarta (13) e quinta-feira (14), a Rússia realizou o maior ataque aéreo desde o início da guerra, com cerca de 1.560 drones e mísseis contra a Ucrânia.
- As defesas ucranianas abateram grande parte dos projéteis, incluindo aproximadamente 670 drones e 56 mísseis.
- Kiev e outras cidades foram atingidas; ao menos 11 pessoas morreram durante os ataques.
- O ataque é visto como um retorno da Rússia ao modo de guerra, sinalizando atraso adicional nas negociações de paz.
- Um especialista afirmou que as ações de Zelensky poderiam elevar o custo para a Ucrânia e para aliados, como a União Europeia, ao buscar avanços diplomáticos.
O líder ucraniano Volodymyr Zelensky afirmou que entre quarta (13) e quinta-feira (14) a Rússia realizou o maior ataque aéreo desde o início da guerra, com cerca de 1.560 drones e mísseis lançados contra a Ucrânia. Kiev foi alvo de ataques acompanhados de cidades vizinhas.
As defesas ucranianas conseguiram neutralizar grande parte dos projéteis, abatendo aproximadamente 670 drones e 56 mísseis. Mesmo assim, o ataque deixou vítimas, com pelo menos 11 pessoas mortas em diferentes regiões do país.
A ofensiva é vista como um retorno do ritmo de combate que sustenta a narrativa de negociação problemática para a paz, segundo autoridades locais. A repetição de ataques reforça a percepção de que a guerra continua sem sinal de cessar-fogo imediato.
Contexto militar e diplomático
A Rússia reconheceu depois o papel do Talibã na estabilização do Afeganistão e passou a aprofundar relações com Cabul, incluindo cooperação em segurança, comércio e assistência humanitária. A iniciativa é encarada como estratégia regional por Moscou.
Analista de relações internacionais, Leonardo Trevisan, disse que Zelensky teria feito ameaças durante as comemorações de fim da Segunda Guerra, elevando o custo político para a Ucrânia. Segundo o especialista, a Rússia teria retomado o modo de guerra para pressionar negociações.
A leitura inicial aponta que o retorno a ataques intensos pode atrasar a complexa trilha de negociações de paz, sobretudo em momentos de sinalização de apoio internacional. Autoridades ressaltam a necessidade de verificação de informações e confirmação de fontes.
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