- Localizado perto de Dhërmi, na Albânia, o projeto The Veil é assinado pelo escritório Bofill Taller de Arquitectura e busca respeitar a topografia montanhosa e as florestas da região.
- O complexo ocupa dois lotes, com 366 apartamentos e 77 vilas distribuídos em 16 tipologias, seguindo curvas do terreno e apoiado em plataformas, criando a impressão de um véu sobre o solo.
- A base é feita com pedra de origem local, conectando caminhos e escadas; a paleta de piso possui quatro tonalidades definidas a partir da própria paisagem.
- As edificações elevam-se entre as árvores, com janelas amplas, varandas, terraços e piscinas para ampliar a percepção de espaço, preservando áreas verdes.
- No centro fica o edifício social, com clube, restaurante, academia e piscinas, cercado por um pátio circular que contorna árvores centenárias, ponto focal da intervenção.
The Veil é uma intervenção arquitetônica que se destaca pela ocupação mimetizada à topografia de Dhërmi, na costa da Albânia. O projeto, assinado pelo estúdio barcelonês Bofill Taller de Arquitectura, busca cumprir as condições geográficas locais, preservando o relevo montanhoso e as florestas deciduais da região.
Desenvolvido em dois lotes de dimensões distintas, o conjunto abriga 366 apartamentos e 77 vilas distribuídos em 16 tipologias. As unidades acompanham as curvas do terreno e são apoiadas por plataformas, formando um véu que se deita sobre o solo. A ocupação evita escavações extensivas e minimiza a perturbação ambiental.
A base do projeto utiliza pedra de origem local, criando caminhos e escadas que conectam os espaços entre si. A paleta de piso, em quatro tonalidades, foi definida a partir de amostras coletadas na paisagem, assegurando continuidade visual com o entorno. As estruturas evitam árvores e mantêm áreas verdes preservadas.
O diagrama do conjunto parte de plataformas horizontais, com as edificações ascendendo entre as árvores para obter vistas do Mar Adriático. Grandes janelas, varandas, terraços e piscinas reforçam a sensação de amplitude do resort, sem comprometer a permeabilidade ambiental.
Mesmo com variações de escala, os volumes mantêm unidade estética pelo uso de concreto e azulejos cerâmicos esmaltados. O objetivo é que a arquitetura se integre à paisagem, respondendo ao jogo de luz e sombra característico da região.
No centro do complexo fica o edifício comunal, que agrega clube social, restaurante, academia e piscinas. Este volume curva-se para contornar um grupo de árvores centenárias, que se tornam o foco visual da intervenção. A permanência da vegetação é enfatizada como parte essencial do projeto.
Entre na conversa da comunidade