- Trump afirmou ter fechado grandes acordos comerciais com a China, incluindo a compra inicial de mais de 200 aviões da Boeing e motores da General Electric.
- Ele indicou a possibilidade de ampliar o volume para até 750 aeronaves, caso o primeiro lote seja bem executado.
- O presidente destacou que os agricultores americanos devem ser beneficiados, com a China comprando soja dos EUA, sem detalhar valores.
- Sobre tarifas, Trump disse que não discutiu tarifas com Xi, e que as tarifas atuais continuam, conforme suas declarações.
- Também mencionou interesse da China em chips avançados Nvidia H200 e confirmou planos de até quatro encontros entre os líderes neste ano, incluindo a cúpula do G20 em Miami e uma visita de Xi à Casa Branca em setembro.
Donald Trump afirmou ter fechado grandes acordos comerciais com a China durante encontros com o presidente Xi Jinping, em reuniões realizadas na China. A declaração foi feita a jornalistas a bordo do Air Force One, no voo de retorno a Washington após a visita presidencial.
O ex-presidente informou que Pequim concordou, inicialmente, com a compra de mais de 200 aeronaves da Boeing e de motores da General Electric, com a possibilidade de ampliar o volume no futuro. Segundo ele, haveria ainda uma promessa de até 750 aeronaves, caso o primeiro lote seja bem executado.
Além da indústria aeronáutica, Trump mencionou benefícios para agricultores dos EUA, com a China comprando bilhões de dólares em soja. Não foram detalhadas as quantidades nem prazos específicos.
Tarifa e outras questões
O presidente afirmou que tarifas não foram o tema central das conversas com Xi, destacando que a China continua a pagar tarifas substanciais. Disse ter falado sobre diversos assuntos, exceto tarifas.
Trump também comentou sobre exportações de chips avançados da Nvidia para a China e afirmou que a China demonstrou interesse nos chips H200, ao mesmo tempo em que busca desenvolver tecnologia própria. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, integrou a comitiva em Pequim.
Perspectivas e contatos futuros
O líder americano informou que há acordo entre eles em várias áreas, principalmente em comércio, e citou a possibilidade de até quatro encontros entre os dois chefs de Estado neste ano. Entre as ocasiões citadas: a cúpula do G20 em Miami e a reunião do G20 a ser realizada pela China em novembro, além de uma visita de Xi à Casa Branca prevista para setembro.
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