- O presidente dos EUA, Donald Trump, encerrou a visita de três dias à China, que chamou de “incrível”.
- Trump afirmou que houve acordos comerciais “fantásticos” para ambos os países, sem detalhar quais são.
- O único grande anúncio até agora foi que a China vai encomendar 200 aviões da Boeing.
- Xi Jinping teria prometido aos EUA que o Irã não poderá ter armas nucleares, com desmilitarização do Estreito de Ormuz e sem cobrança de pedágios na passagem marítima; Trump também disse que Xi não enviará armas ao Irã.
- A China alertou Trump sobre Taiwan, destacando que é a questão mais importante nas relações bilaterais; nos EUA, está pendente um pacote de armas de 11 bilhões de dólares para Taiwan, autorizado em dezembro, mas ainda não implementado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, encerrou nesta sexta-feira a visita de três dias à China, que descreveu como incrível. Em Pequim, durante um chá com o líder Xi Jinping, Trump disse que muita coisa boa resultou da viagem, sobretudo acordos comerciais.
Ele afirmou que foram fechados acordos comerciais fantásticos para ambos os países e que as conversas resolveram problemas que outras pessoas não teriam conseguido resolver. Ainda não detalhou os acordos; o único anúncio de peso foi que a China vai encomendar 200 aviões da Boeing.
Avanços comerciais e internacionais
Segundo relatos da imprensa, Trump destacou que o encontro em um jardim de Pequim ocorreu pouco antes de seu retorno aos EUA. A presença de Xi e a natureza do diálogo foram descritas como produtivas pelo Gibbs do governo americano, sem confirmação de novos contratos.
Ontem, informações de a{g}ência apontaram que Xi concordou com limitações ao programa nuclear do Irã, incluindo desmilitarização do Estreito de Ormuz e a isenção de pedágios na passagem marítima. Também foi indicada a promessa de que a China não enviará armas ao Irã.
Taiwan e tensões regionais
A China alertou Trump sobre Taiwan, destacando a ilha como a questão mais relevante nas relações sino-americanas. Um pacote de armas de US$ 11 bilhões para Taipei foi autorizado pelo governo dos EUA em dezembro, mas ainda não foi implementado.
Pequim mantém postura de que Taiwan é parte do território chinês, ainda que a ilha opere de forma independente desde 1949. Também foi reiterada a posição de que não devem ocorrer movimentos que aumentem a intervenção militar na região.
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