- A plataforma X, de Elon Musk, compromete bloquear o acesso no Reino Unido a contas ligadas a grupos terroristas banidos, conforme acordo com a Ofcom.
- X revisará conteúdo ilegal de terrorismo e de ódio em até 48 horas e buscará pareceres especializados para tratar de relatos de usuários.
- O acordo prevê bloquear acessos a contas que publiquem conteúdo ilegal vinculado a organizações terroristas proibidas e revisar pelo menos 85% do conteúdo ilegal sinalizado pela ferramenta de relato.
- A Ofcom mantém investigação sobre imagens manipuladas com a ferramenta Grok, ligada à companhia de Musk, em uso pela plataforma.
- Reações: o chief executivo da Antisemitism Policy Trust disse que é um bom começo, enquanto a Tech Against Terrorism destacou o valor do diálogo entre reguladores e plataformas; a X não comentou.
Elon Musk’s X concordou com a Ofcom para bloquear o acesso do Reino Unido a contas ligadas a grupos terroristas proibidos. O acordo prevê também a revisão de conteúdo ilegal em até 48 horas e orientação especializada sobre relatos de usuários.
A Ofcom informou que o objetivo é ampliar sistemas de moderação em plataformas para combater conteúdo terrorista e de ódio, após episódios de violência que atingiram comunidades no país. A supervisão ocorre no contexto da Online Safety Act.
O acordo estabelece ainda o bloqueio de acesso a contas associadas a organizações terroristas proibidas no Reino Unido e a revisão de pelo menos 85% do conteúdo ilegal sinalizado pelo sistema de denúncia de conteúdo. A legislação busca proteger usuários.
Reações
Parcerias entre reguladores e plataformas foram vistas como exemplo de cooperação para moderar conteúdos nocivos, segundo especialistas.
Organizações que atuam no combate ao extremismo elogiaram a iniciativa como sinal de progresso, destacando a importância de dialogar com plataformas para reduzir danos online.
Entretanto, a Ofcom continua investigando imagens manipuladas pelo Grok AI, também de propriedade de Musk, que retratam mulheres de modo sexualizado, no contexto de outras sanções digitais.
A X não comentou o acordo, conforme informou a reguladora.
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