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EUA permitem expirar isenção de venda de petróleo russo, mesmo com mercado apertado

Fim da isenção de sanções à venda de petróleo russo, ampliando restrições em meio a aperto global de petróleo e possíveis altas de preços

A worker inspects pipes at a drilling rig on the Gazprom PJSC Chayandinskoye oil, gas and condensate field in the Lensk district of the Sakha Republic, Russia.
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  • O governo dos Estados Unidos deixou expirar a dispensa que incentivava vendas de petróleo russo, encerrando temporariamente esse benefício.
  • A medida ocorre em meio a preocupações com a oferta global de petróleo e possível elevação dos preços de combustível, intensificadas pelo conflito no Irã.
  • A dispensa inicial foi emitida em março e uma segunda dispensa foi concedida após a primeira expirar em abril; ambas se aplicavam apenas a parte do petróleo russo já embarcado em navios.
  • O encerramento da dispensa não impede imediatamente todas as importações russas, mas encerra o benefício específico para as compras já autorizadas.

O governo dos EUA deixou expirar uma dispensa que incentivava a venda de parte do petróleo russo, mesmo diante de tensões com o Irã e preocupações sobre o abastecimento global de petróleo e o custo da gasolina. A medida pode reduzir fluxos de crude russo no curto prazo.

A dispensa foi criada pelo governo da era Trump. A primeira versão foi anunciada em março, permitindo que parte do petróleo russo já embarcado continuasse a ser comercializada. A segunda dispensa entrou em vigor após a primeira expirar, em abril, mantendo o mesmo objetivo limitado.

O expirar da dispensa encerra, por ora, esse temporário alívio às sanções. Apenas um subconjunto do petróleo russo, já carregado em navios, tinha sido elegível para compras sob a exceção. Com o término, novas transações desse tipo devem cessar.

Especialistas apontam que a medida ocorre em um momento de incerteza do mercado global, com impactos potenciais sobre os preços da energia e a volatilidade logística. O governo não anunciou novas ações imediatas sobre as sanções ao petróleo russo.

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