- A empresa alemã Hapag-Lloyd suspendeu reservas de e para Cuba por riscos de não conformidade com a Ordem Executiva dos EUA de 1º de maio.
- A decisão foi anunciada neste domingo, 17, seguindo os passos da concorrente CMA CGM.
- O porta-voz da Hapag-Lloyd afirmou que a medida decorre dos riscos de não conformidade com a referida ordem executiva.
- A ordem foi assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e amplia sanções contra o governo cubano.
- As novas sanções atingem pessoas, entidades e apoiadores do aparato de segurança do governo cubano, além de agentes ligados à corrupção ou a violações de direitos humanos.
A empresa alemã Hapag-Lloyd suspendeu as reservas de carga para Cuba, citando riscos de não conformidade com as regras dos EUA. A decisão foi anunciada neste domingo e acompanha movimentos de concorrentes do setor de transporte marítimo.
Um porta-voz informou por e-mail que a suspensão decorre da Ordem Executiva do presidente dos EUA de 1º de maio, que ampliou sanções contra o governo cubano. A medida é um desdobramento das restrições já vigentes.
A decisão ocorre após a CMA CGM, rival francesa, ter adotado medida semelhante. A empresa alemã não detalhou prazos para retomada de operações nem critérios para reavaliação.
Contexto das sanções
O governo americano ampliou, em 1º de maio, as sanções contra Cuba para atingir pessoas, entidades e apoiadores do aparato de segurança cubano. A medida também visa cúmplices de corrupção e violações de direitos humanos.
As autoridades destacaram que as novas regras buscam pressionar Havana sem especificar mecanismos de fiscalização. A Reuters confirmou informações com funcionários da Casa Branca.
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