- A paramentar do Senado, Elizabeth MacDonough, considerou fora de ordem uma provisão de US$ 1 bilhão para segurança da Sala de Bailes da Casa Branca, bloqueando o uso de recursos federais no projeto.
- Os democratas argumentaram que o dinheiro de segurança não deveria integrar aquele pacote de gastos, levando à rejeição da provisão.
- O projeto ainda prevê que o ballroom, avaliado em US$ 400 milhões, seja financiado por doadores privados, conforme afirmou o presidente Trump.
- Os republicanos tentam avançar com o uso de regras de reconciliação orçamentária para aprovar o pacote sem apoio democrata, após um tiroteio em um gala que Trump participou em abril.
- O pacote de segurança para o East Wing da Casa Branca, que incluiria o financiamento do ballroom, também está em pauta no mesmo conjunto de medidas do Department of Homeland Security, o domínio de imigração.
O Senado rejeitou, neste sábado, a inclusão de recursos de contribuintes no pacote de gastos que previa financiar o “ballroom” da Casa Branca, estimado em 400 milhões de dólares. A decisão impede que o dinheiro público finanzie a obra.
A decisão foi tomada pela parlamentarian do Senado, Elizabeth MacDonough, após argumentação dos democratas de que fundos de segurança não pertencem ao projeto. Os republicanos defendiam vincular o recurso à modernização da segurança.
O pacote em tramitação também contempla 1 bilhão de dólares para a atualização da segurança do Serviço Secreto e de outras áreas, além de alterações na Ala Leste da residência presidencial. A oposição sustenta que esse montante não tem relação com o processo orçamentário.
Os republicanos, que controlam o Senado, tentam usar o processo de reconciliação orçamentária para aprovar matérias sem apoio democrata. A bancada tem resistência à inclusão do ballroom no texto de segurança pública.
Segundo democratas, a tentativa visa imputar custos ao Tesouro para atender aos planos de Trump. A defesa republicana informa que o projeto pode ser reescrito e submetido novamente, com ajustes necessários para cumprir as regras.
A controvérsia envolve não apenas o financiamento, mas também a relação entre o projeto e as competências do Senado. A decisão da parlimentar impede a continuidade da proposta atual sem alterações relevantes.
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