- EUA confirmaram o primeiro caso de americano infectado pelo vírus Ebola durante o surto na República Democrática do Congo; o total de mortes já chega a 100 e a OMS declarou situação de emergência internacional.
- O paciente trabalha em um hospital no Congo; a identidade não foi divulgada e outros cinco americanos foram expostos, sob monitoramento.
- O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA diz que o risco de disseminação no país é baixo, mas ampliará o controle sanitário em aeroportos.
- Viajantes vindos do Congo, de Uganda ou do Sudão do Sul poderão ter entrada negada nos EUA; a OMS afirma que a emergência busca acelerar a coordenação global.
- Casos suspeitos somam quase quatro centenas; não há vacina para a variante atual; o Brasil acompanha a situação com monitoramento ativo.
O governo dos Estados Unidos confirmou o primeiro caso de um americano infectado pelo vírus Ebola durante o atual surto na República Democrática do Congo. A doença já provocou 100 mortes, e a Organização Mundial da Saúde declarou situação de emergência internacional. O paciente foi infectado enquanto trabalhava em um hospital no Congo; a identidade não foi divulgada e ele apresentou sintomas no fim de semana. Cinco americanos ficaram expostos e são monitorados.
O CDC informou que o risco de disseminação dentro dos EUA é considerado baixo. Mesmo assim, o governo ampliará o controle sanitário em aeroportos. Viajantes que estiveram no Congo, Uganda ou Sudão do Sul poderão enfrentar restrições de entrada.
Medidas de controle e situação internacional
Casos suspeitos no entorno do Congo chegam a quase 400, segundo autoridades de saúde. O Ebola é transmitido por contato com saliva, fezes ou sangue e pode provocar febre, dores musculares e sangramentos. Não há vacina disponível para a variante em circulação.
A OMS mantém a emergência para acelerar a coordenação global e a resposta sanitária. A Sociedade Brasileira de Infectologia acompanha o tema e defende monitoramento ativo em portos, aeroportos e serviços de saúde no Brasil.
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