- Israel matou o comandante Wael Abdul Halim, da Jihad Islâmica Palestina, em ataque aéreo contra um apartamento nos arredores de Baalbek, no leste do Líbano, na madrugada de 18 de maio de 2026; a filha dele também faleceu.
- Equipes de resgate trabalham no local para remover escombros e procurar sobreviventes, em Baalbek, no Vale do Bekaa, próximo à fronteira com a Síria.
- O ataque ocorre durante o cessar-fogo entre Israel e o Líbano, cuja trégua inicial foi anunciada em 16 de abril pelo ex-presidente Donald Trump e prorrogada por 45 dias em maio.
- O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou, em 15 de maio, que a extensão da trégua buscava permitir avanços adicionais e que as negociações entre as delegações devem retornar em 2 e 3 de junho.
- Desde 2 de março, ataques israelenses no Líbano deixaram quase 3.000 mortos, mais de 9.000 feridos e deslocaram cerca de 1,6 milhão de pessoas; a Jihad Islâmica Palestina é aliada ao Hamas, e Israel tem atacado grupos palestinos e do Hezbollah no Líbano.
Wael Abdul Halim, comandante da Jihad Islâmica Palestina, foi morto em um ataque aéreo contra um apartamento nos arredores de Baalbek, no leste do Líbano, na madrugada desta segunda-feira, 18 de maio de 2026. A filha dele, Rama, de 17 anos, também morreu no ataque.
Equipes de resgate e ambulâncias atuaram para remover escombros e buscar sobreviventes. Baalbek fica no Vale do Bekaa, próximo à fronteira com a Síria.
Situação do cessar-fogo
O ataque ocorre em meio a uma violação do cessar-fogo entre Israel e Líbano. A trégua inicial foi anunciada pelos EUA em 16 de abril e prorrogada por 45 dias após negociações em Washington, em 14 e 15 de maio.
O Departamento de Estado dos EUA informou que a extensão visava permitir avanços adicionais, classificando as conversas como altamente produtivas. Delegações de Israel e Líbano devem se reunir novamente em 2 e 3 de junho.
Desde 2 de março, ataques israelenses no Líbano deixaram quase 3.000 mortos, mais de 9.000 feridos e deslocaram aproximadamente 1,6 milhão de pessoas, segundo autoridades locais.
A Jihad Islâmica Palestina, grupo armado aliado ao Hamas, é alvo de ataques israelenses desde o início da escalada no Oriente Médio, que envolve também o Hezbollah no Líbano.
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