Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Mais de um milhão de aves vivas foram importadas para a Ásia em 15 anos

Hong Kong e Cingapura importaram mais de 1 milhão de aves selvagens entre 2006 e 2020, principalmente da África, alimentando comércio pouco regulamentado e riscos de doenças

Canário, uma das espécies importadas.
0:00
Carregando...
0:00
  • Hong Kong e Singapura importaram mais de 1 milhão de aves selvagens vivas entre 2006 e 2020, segundo análise publicada na Conservation Biology.
  • Quase dois terços das aves eram provenientes de países africanos, refletindo a demanda por espécies exóticas na Ásia.
  • A maior parte das aves importadas destinava-se ao comércio de animais de estimação e à exibição.
  • O comércio é descrito como massivo e, muitas vezes, pouco regulamentado, trazendo riscos à biodiversidade e à disseminação de doenças zoonóticas.
  • Autoridades têm atuado para restringir o comércio ilegal, e o estudo recomenda maior fiscalização e campanhas de conscientização.

Hong Kong e Cingapura importaram mais de 1 milhão de aves silvestres vivas entre 2006 e 2020, segundo análise de dados alfandegários publicada na Conservation Biology. A operação ocorreu ao longo de 15 anos, envolvendo diversas espécies mantidas para comércio, exposição e animais de estimação.

A pesquisa aponta que a maior parte das aves importadas foi destinada ao mercado de animais de estimação e exibição. Quase dois terços das aves tinham origem em países africanos, refletindo a demanda por espécies exóticas na região.

O estudo alerta para os impactos da prática sobre a biodiversidade e para riscos de disseminação de doenças zoonóticas, que podem afetar humanos e animais domésticos. Medidas para restringir o comércio ilegal já são adotadas pela região, mas a demanda por aves exóticas segue robusta.

Contexto e impactos

A análise utiliza dados de importação para evidenciar o tamanho do comércio e suas implicações para conservação. Especialistas ressaltam a necessidade de fiscalização mais rígida e de campanhas de conscientização para reduzir danos à vida selvagem e à saúde pública.

Autoridades de Hong Kong e Singapura vêm fortalecendo ações de monitoramento e controle de tráfego de espécies importadas. Mesmo com restrições, o fluxo de aves exóticas permanece significativo, demandando respostas coordenadas entre países.

Para reduzir riscos, pesquisadores defendem melhor rastreamento de lotes, registros rigorosos de origem e parcerias entre órgãos regulatórios. O objetivo é mitigar impactos na biodiversidade e na transmissão de doenças sem prejudicar atividades legítimas de conservação e educação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais