- Amin Abdullah, pai de oito filhos, guarda de segurança da mesquita de San Diego, é lembrado como herói por ter, segundo autoridades, ajudado a salvar vidas durante o ataque.
- Abdullah e mais dois mortos foram identificados pela CAIR-SD como Mansour Kaziha e Nader Awad; os dois suspeitos, adolescentes, morreram em seguida após se suicidarem.
- O ataque ocorreu na segunda-feira e foi desencadeado por dois adolescentes não identificados publicamente; os agressores morreram pouco depois em um veículo próximo.
- O chefe de polícia de San Diego afirmou que as ações de Abdullah salvaram vidas e que a segurança da comunidade foi essencial.
- A polícia investiga o incidente como crime de ódio, com indícios de retórica de ódio envolvida no ataque.
O ataque à Mesquita Centro Islâmico de San Diego deixou três mortos, incluindo Amin Abdullah, conhecido guarda de segurança. O ocorrido aconteceu na segunda-feira, no local, após chamadas de emergência sobre jovens suspeitos. A polícia investiga como crime de ódio.
Amin Abdullah era pai de oito filhos e trabalhava há mais de uma década na mesquita. Familiares e membros da comunidade o descrevem como alguém que zelava pelos frequentadores e pelo bem-estar de todos que entram no local.
O chefe de polícia de San Diego, Scott Wahl, afirmou durante coletiva que as ações de Abdullah foram heroicas e que possivelmente salvaram vidas. A polícia informou que Abdullah atuou para proteger a comunidade mesmo diante do risco.
Detalhes sobre os suspeitos
Dois adolescentes, com 17 e 18 anos, foram encontrados mortos em um veículo próximo à mesquita, com ferimentos autoinfligidos. A identificação dos suspeitos ainda não foi divulgada pelas autoridades.
Investigação em curso
A investigação está sendo conduzida como caso de ódio, conforme declaração oficial, com indícios de retórica de ódio envolvida no incidente. As circunstâncias exatas serão apuradas pelas autoridades competentes.
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