- Tennessee está prestes a executar Tony Carruthers, 57 anos, na quinta-feira, no Riverbend Maximum Security Institution, em Nashville, pela banda de sequestro e assassinatos de 1994 em Memphis.
- Carruthers se representou no julgamento; a condenação se baseou principalmente no testemunho de pessoas que afirmaram ouvi-lo confessar os crimes, com defesa alegando problemas de saúde mental.
- Os advogados dizem que não há evidência física ligando Carruthers aos crimes; DNA e impressões digitais do local não foram testados, e há dúvidas sobre a validade dos equipamentos de execução usados.
- Manifestantes reuniram-se pedindo a suspensão da decisão, com mais de cem mil assinaturas, e o governador foi solicitado a cancelar a execução; juiz federal havia negado o adiamento.
- Caso ocorra, Carruthers seria a primeira pessoa a ser executada após ser forçado a se representar no julgamento em mais de um século, segundo petição de clemência.
Tony Carruthers, 57, pode ser executado nesta quinta-feira em Tennessee, no Riverbend Maximum Security Institution, em Nashville. O estado afirma que houve condenação por crimes de 1994, incluindo sequestro e assassinato em Memphis, e que a execução segue conforme protocolo.
Carruthers foi condenado à pena de morte após ser considerado culpado pela morte de Marcellos Anderson, de sua mãe Delois Anderson e de Frederick Tucker. O réu optou por se representar no julgamento, criticando advogados e ameaçando-os.
Os defensores alegam ausência de evidência física que comprove as acusações, além de problemas como incompetência mental para o julgamento. Questionam ainda supostas drogas de execução vencidas e a falta de testes de DNA e de impressões digitais.
Entre as informações mais contestadas estão declarações de peritos sobre enterro dos corpos. A defesa sustenta que o júri foi influenciado por detalhes posteriormente retirados. A Justiça federal negou pedido de adiamento.
Antes da execução, protestos ocorreram com apoio a Carruthers. Avaliadores citados pela defesa afirmam que ele não colaborou com a defesa por condições mentais, não por malícia. A família das vítimas também participa do debate público.
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