- Tulsi Gabbard deixará o cargo de diretora de Inteligência Nacional dos EUA, com saída prevista para 30 de junho.
- A saída foi apresentada como forçada pela Casa Branca, conforme a Reuters, citando uma fonte familiarizada com o assunto.
- Fox News informou primeiro sobre a resignação, mencionando que o diagnóstico de câncer do marido da ex-vice-presidente influenciou a narrativa inicial.
- Donald Trump chegou a questionar, no mês passado, se deveria substituí-la, segundo pessoas com conhecimento das discussões.
- Gabbard já estava marginalizada desde junho, quando Trump apoiou a decisão de Israel de atacar o Irã e ordenou o bombardeio de instalações nucleares do regime; ele chegou a dizer que não se importava com o que ela dizia.
Tulsi Gabbard deixará o cargo de diretora de inteligência nacional dos EUA, após um mandato conturbado em que ficou amplamente à margem das funções. A saída ocorre em meio a tensões com a Casa Branca, segundo relatos de veículos de imprensa.
Em carta ao presidente, Gabbard informou que renunciaria e deixaria o posto em 30 de junho. Ela reconheceu avanços, mas ressaltou haver trabalho relevante ainda por fazer.
A decisão teria sido forçada pela Casa Branca, segundo a agência Reuters, citando uma fonte familiarizada com o caso. Fox News também informou a saída, citando diagnóstico de câncer do marido da funcionária.
Trump vinha avaliando, no mês anterior, a substituição de Gabbard, de acordo com duas pessoas a par das discussões. A gestão já havia mostrado atrito com a posição da diretora.
Gabbard já parecia marginalizada em junho do ano passado, quando Trump apoiou a decisão de Israel de atacar o Irã. Em resposta, ordenou ataques a instalações nucleares iranianas, o que gerou atritos adicionais.
Trump, então, minimizou as avaliações de Gabbard, dizendo que não se importava com o que ela dizia e que a avaliação dela estaria errada. O caso evidencia desentendimentos entre o governo e a chefe da inteligência.
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