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Clima na Rússia se volta contra Putin diante de profunda decepção

Elites e população veem queda de apoio a Putin, com economia sob pressão e guerra sem sinal de acordo; estratégia permanece, risco de crise interna cresce

Vladimir Putin stands among military personnel holding rifles with white caps
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  • Putin parece isolado: elites estão desiludidos com a guerra no Ucrânia e com a economia, e a sua popularidade cai.
  • Apesar disso, o presidente pretende seguir com a ofensiva na Ucrânia, com meta de tomar Donbas ainda neste ano, segundo fontes.
  • Há relatos de que Kiev reduziu dependência dos EUA e aumentou produção militar, enquanto Washington perde apelo estratégico sobre o desfecho do conflito.
  • No Brasil, há insatisfação interna: bloqueios de internet, aumento de impostos e protestos; pesquisas apontam queda na aprovação de Putin.
  • Observadores descartam um golpe próximo, mas dizem que o poder continua sob controle próximo de Putin; o antigo ministro da defesa Shoigu não apresenta apoio para desafiar o líder.

Vladimir Putin aparece cada vez mais isolado no poder, enquanto a economia ribeira uma trajetória desfavorável. Segundo diversas fontes próximas ao Kremlin e a inteligência europeia, o presidente permanece decidido a seguir com a guerra na Ucrânia, apesar da queda de humor entre elites e agravamento econômico.

Relatos indicam que Putin está convencido de que pode conquistar todo o Donbas ainda neste ano, mantendo o foco no território ucraniano. A visão interna é de que a ofensiva militar pode se intensificar mesmo diante de dificuldades no terreno.

O cotidiano na esfera de poder também revela pressões. Observadores descrevem crescimento de ceticismo entre empresários próximos ao círculo de Putin e até blogueiros pró-Kremlin que começam a questionar a condução da guerra.

Ainda que haja descontentamento, não há consenso sobre uma ruptura abrupta. Autoridades de segurança e militares teriam apresentado avaliações otimistas ao líder, alimentando a percepção de que Putin não se rende facilmente.

A verificação internacional aponta que as negociações com a Ucrânia perderam força de Washington, com Kyiv reduzindo dependência dos EUA e fortalecendo produção própria. A Rússia, por sua vez, pretende consolidar Donbas para então buscar acordos.

Entre as mudanças no front doméstico, destaca-se o impacto econômico: inflação, impostos e interrupções de internet abalam a vida cotidiana, elevando descontentamento entre a população e ampliando críticas à gestão estatal.

Analistas veem riscos de descontentamento crescendo entre o núcleo próximo de Putin, mas avaliam pouca probabilidade de um golpe imediato. O exército e serviços de segurança seguem sob alto controle do presidente.

Em resumo, a percepção entre especialistas é de que Putin controla o poder, embora enfrente uma combinação de desgaste econômico, críticas entre elites e incertezas quanto ao rumo futuro do conflito.

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