- Donald Trump afirmou que a relação dos EUA com o Irã está se tornando muito mais profissional e produtiva.
- Em publicação na rede social X, ele disse que as negociações para um acordo de paz avançam de forma ordenada e construtiva, e que o tempo está a favor dos EUA.
- Trump orientou os representantes de Washington a não se precipitar e avisou que o objetivo é evitar erros, mantendo firme a exigência de que o Irã não desenvolva ou adquira bomba nuclear.
- O bloqueio militar dos EUA aos portos iranianos permanece ativo até a assinatura de um acordo.
- O Irã foi citado pela imprensa de lá como defendendo o “direito legal” de administrar o Estreito de Ormuz para a segurança nacional; autoridades iranianas afirmam que a gestão do estreito reduziria a insegurança na região.
Donald Trump afirmou neste domingo que a relação entre EUA e Irã está se tornando mais profissional e produtiva, enquanto avisa que o tempo está a favor de Washington. O presidente dos EUA disse, em rede social, que as negociações para um acordo de paz seguem de forma ordenada e com cautela necessária.
Segundo Trump, seus representantes devem evitar pressa na negociação, pois o tempo pode favorecer os americanos. Ele destacou que o objetivo é evitar erros e que o Irã precisa aceitar pontos que assegurem que o país não desenvolva armas nucleares.
O tema das negociações envolve o fim da guerra no Oriente Médio e a busca por um acordo entre as partes. Ainda segundo Trump, o diálogo precisa ser cuidadoso para não comprometer interesses dos EUA.
O presidente também comentou sobre o Estreito de Ormuz, afirmando que o bloqueio naval dos EUA aos portos iranianos permanecerá ativo até que haja um acordo objetivo, com certificação e assinatura.
Em relação ao Irã, agências iranianas destacaram uma defesa de legalidade para administrar o Estreito de Ormuz, citando que a gestão iraniana traria maior segurança na região após décadas de tensões.
Paralelamente, o Irã ressaltou a importância de suas ações no Golfo Pérsico, enfatizando que a segurança regional depende de decisões soberanas sobre o controle de rotas estratégicas.
Até o momento, não houve anúncio de um acordo concluído. As conversas têm percorrido semanas, com posições distintas sobre o programa nuclear do Irã e as garantias de segurança regional.
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