- A Polícia Federal prendeu na Bolívia o traficante Gerson Palermo, apontado como um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC).
- Ele estava foragido há seis anos.
- Segundo as investigações, Palermo rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu no mesmo dia em que deixou o presídio federal de Campo Grande.
- Ele foi condenado a quase cento e vinte e seis anos de prisão.
- O desembargador que concedeu a prisão domiciliar está sob investigação pelo Conselho Nacional de Justiça.
O Polícia Federal prendeu na Bolívia o traficante Gerson Palermo, considerado um dos líderes do PCC. A prisão ocorreu após ações de cooperação internacional e investigações sobre a atuação do criminoso na organização criminosa.
Palermo estava foragido há cerca de seis anos e já havia sido condenado a quase 126 anos de prisão. Segundo as autoridades, ele rompeu a tornozeleira eletrônica no dia em que deixou o presídio federal de Campo Grande.
A prisão na Bolívia amplia o desdobramento de uma investigação que envolve o tráfico de drogas e a estrutura do grupo criminoso no Brasil. O caso também envolve o desembargador responsável pela concessão da prisão domiciliar, que é alvo de investigação pelo CNJ.
Detalhes da operação
As autoridades informaram que o contorno da prisão contou com cooperação internacional e rastreamento de movimentações de Palermo. Ainda não há divulgação de data exata da detenção na Bolívia nem de possíveis novos desdobramentos judiciais.
Os trabalhos seguem para confirmar eventuais vínculos adicionais do traficante com outras operações do PCC fora do Brasil. A PF não detalhou informações sobre localização atual ou repatriação.
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