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Rússia acusa EUA de negar visto à vice-chanceler para reunião da ONU

Rússia afirma que EUA negaram visto ao vice-ministro para reunião do Conselho de Segurança, violando o Acordo de Sede da ONU

O embaixador russo nas Nações Unidas, Vassily Nebenzia, participa de uma reunião do Conselho de Segurança na sede das Nações Unidas em Nova York, EUA, em 26 de maio de 2026
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  • A Rússia afirmou que os Estados Unidos negaram visto ao vice-ministro das Relações Exteriores, Alexander Alimov, impedindo sua participação em reunião do Conselho de Segurança da ONU.
  • O embaixador russo na ONU, Vassily Nebenzia, classificou o caso como violação das obrigações americanas previstas no Acordo de Sede das Nações Unidas.
  • Nebenzia apresentou a queixa durante reunião do Conselho de Segurança, da qual Alimov deveria participar, conforme afirmou.
  • O Departamento de Estado dos EUA não respondeu a pedidos de comentário sobre a declaração.
  • A Rússia ressaltou que, segundo o Acordo de Sede, o acesso à sede da ONU em Nova York deve ser garantido a todos os representantes dos Estados-membros, sem exceção.

O embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, afirmou nesta terça-feira que os EUA negaram visto ao vice-ministro das Relações Exteriores Alexander Alimov, impedindo sua participação em reunião do Conselho de Segurança. A declaração ocorreu durante a sessão da ONU em Nova York.

Nebenzia classificou o ocorrido como violação das obrigações americanas previstas no Acordo de Sede das Nações Unidas. Segundo ele, o acesso aos trabalhos da sede deve ser garantido a todos os representantes dos Estados-membros, sem exceção.

De acordo com o embaixador, a reunião contava com o convite feito pelo ministro chinês Wang Yi, presidente do Conselho de Segurança, e Alimov deveria representar a Rússia. Afirmou ainda que, apesar de pressões, o visto não foi emitido.

Reação e contexto

O Departamento de Estado dos EUA não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário sobre o assunto. Nebenzia ressaltou que o episódio também seria um desrespeito à presidência chinesa do Conselho de Segurança.

Segundo ele, o tema discutido na sessão era a Carta das Nações Unidas, o que também torna relevante o impacto da decisão sobre o funcionamento do órgão. A Rússia permanece monitorando a evolução do caso.

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