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Lindbergh comenta decisão dos EUA sobre PCC e CV e emite alerta

Lindbergh Farias reage à classificação dos EUA de PCC e CV como organizações terroristas, apontando risco à soberania e possível intervenção no Brasil

Deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) chega ao Congresso Nacional
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  • EUA classificaram o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras, decisão anunciada nesta quinta-feira (28/5).
  • A matéria menciona que a data considerada para possíveis ações é 5/6.
  • Lindbergh Farias, deputado federal e vice-líder do governo Lula na Câmara, reagiu dizendo que a classificação atinge a soberania nacional e pode abrir espaço para intervenção militar dos EUA no Brasil.
  • O parlamentar ressaltou que o governo federal, com operações da Polícia Federal e da Receita Federal, vem combatendo as organizações financeiras por trás do crime organizado.
  • Farias também chamou de irresponsáveis os senadores Flávio Bolsonaro e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, acusando-os de vulnerabilizar o país.

O Congresso recebeu nesta quinta-feira, 28 de maio, a notícia de que os EUA classificaram o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras. A possibilidade de ações com efeito no Brasil é listada como potencial a partir de 5 de junho. A informação veio à tona após a decisão norte-americana.

O deputado federal Lindbergh Farias, vice-líder do governo Lula na Câmara, reagiu às medidas. Ele disse que a classificação pode afetar a soberania nacional, além de ter impactos negativos na economia e nos investimentos estrangeiros. Afirmou ainda que o governo brasileiro tem atuado para enfrentar o crime organizado, com ações da Polícia Federal e da Receita visando as finanças das organizações.

Farias criticou também figuras associadas ao governo anterior, ao classificar como irresponsáveis os posicionamentos de Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. Segundo ele, esses discursos buscam vulnerabilizar o Brasil e abrir espaço para intervenção militar dos EUA no país, o que, na visão dele, representaria uma rebaixamento da soberania nacional.

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