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Quênia: oito estudantes detidos após incêndio que deixou 16 mortos

Quênia: oito alunas detidas para apurar autoria do incêndio que vitimou dezesseis estudantes em internato feminino de Gilgil

Quênia, incêndio deixou 16 estudantes mortas
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  • Oito estudantes foram presas no Quênia acusadas de terem causado o incêndio que matou dezesseis alunas e deixou setenta e nove feridas em um internato feminino, em Gilgil.
  • A polícia informou que entrevistou estudantes, docentes e testemunhas, além de analisar imagens de câmeras de segurança para esclarecer o caso.
  • Investigações preliminares apontam oito estudantes como pessoas de interesse no planejamento e na execução do ataque incendiário.
  • O incêndio teve início no dormitório do segundo andar da Academia de Meninas Utumishi por volta da 0h45 e foi controlado às três horas.
  • A Diretoria de Investigação Criminal pediu calma aos pais e afirmou que as apurações seguem para determinar a causa exata e as circunstâncias do ocorrido.

Oito estudantes de um internato foram detidas nesta sexta-feira (29/5) no Quênia, acusadas de envolvimento no incêndio que matou 16 alunas e deixou 79 feridas na instituição. As prisões são parte de uma investigação que também envolve docentes e outras testemunhas.

Segundo a polícia, as equipes realizaram entrevistas com estudantes, professores e membros da comunidade escolar. Também são analisadas imagens de câmeras de segurança para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

O incêndio teve início por volta da 0h45 no dormitório da segunda andar da Academia de Meninas Utumishi, em Gilgil, que abriga mais de 800 estudantes. O fogo foi controlado por volta das 3h, segundo autoridades.

A Polícia local pediu calma aos pais das vítimas, afirmando que as apurações continuam para determinar a causa exata. A DCI assegura que a investigação é completa, profissional e imparcial, com foco em entender o que aconteceu.

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