- Lula afirmou que o Brasil vive o melhor momento de reconhecimento internacional de sua história, durante o lançamento da Tela Brasil no Rio de Janeiro.
- O presidente associou esse prestígio ao fim do “complexo de vira-lata” promovido pela elite brasileira.
- Em seu discurso sobre cultura, ele ressaltou o orgulho do que o país produz e citou o cinema como exemplo de impacto global.
- Lula disse que a esquerda precisa recuperar o verde e amarelo, cores associadas a Jair Bolsonaro, para fortalecer a identidade nacional.
- Em Hannover, ele destacou que o biodiesel brasileiro emite 67% menos CO2 do que o combustível alemão, como exemplo de soberania econômica.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado que o Brasil vive o melhor momento de reconhecimento internacional de sua história. A declaração ocorreu durante o lançamento da Tela Brasil, no Rio de Janeiro.
Lula ressaltou a importância da cultura brasileira e pediu que os brasileiros se orgulhem do que produzem. Ele descreveu o momento atual como fruto do desempenho do país na geopolítica e no setor cultural.
O chefe do Executivo disse que o Brasil ganhou respeitabilidade ao abandonar o que chamou de complexos de vira-lata. Segundo ele, a elite brasileira históricamente via o externo como superior ao produzido internamente.
Discurso sobre soberania
O presidente reforçou que o país não se submete a pressões externas e citou mudanças na relação com os Estados Unidos. Ele relacionou o tema à política de valorização de nossas produções, incluindo o cinema.
Lula mencionou a participação na Feira de Hannover, na Alemanha, destacando um acordo com representantes da indústria automotiva e com o premiê alemão. O discurso apontou comparação entre o biocombustível brasileiro e o combustível europeu, com ênfase na redução de emissões.
Contexto internacional e economia
O relato ocorreu diante de ministros, autoridades brasileiras e convidados no evento de lançamento da Tela Brasil, instalado na Cidade das Artes, durante o Rio2C. A cerimônia também contou com a presença de Margareth Menezes, Márcio Tavares, Antonia Pellegrino e Joelma Gonzaga.
Segundo o governo, as informações destacam a estratégia brasileira de ampliar acesso cultural e tecnológico ao exterior, fortalecendo a imagem de um país ativo na produção cultural e sustentável.
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