- Jason Miller, aliado de Donald Trump, ironizou Lula sobre a decisão dos EUA de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, com “Cry Harder” e o tom de deboche “womp womp” nas redes.
- Paraguay e Argentina já classificaram as facções como terroristas; nos Estados Unidos, o enquadramento entra em vigor em cinco de junho, ampliando sanções e cooperação internacional.
- O senador Flávio Bolsonaro defendeu endurecer as leis contra o crime organizado, afirmando que chefes de facções deveriam cumprir até oitenta anos de prisão e celebrando a medida americana.
- A Argentina incluiu os grupos no registro oficial de entidades ligadas ao terrorismo após uma megaoperação no Rio de Janeiro; o Paraguai afirmou que as ações impactam a segurança nacional devido ao tráfico, armas e lavagem de dinheiro.
- Empresas ligadas ao chamado Gilmarpalooza teriam omitido patrocínios de encontros do evento em Lisboa, em situação semelhante a investigações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.
Jason Miller, aliado de Donald Trump, brincou com as críticas de Luiz Inácio Lula da Silva à decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Em publicação nas redes, Miller escreveu Cry Harder e utilizou a expressão womp womp, em tom de deboche, após Lula dizer que a medida seria interferência externa.
O PCC e o CV passaram a ser considerados grupos terroristas em três países. A Argentina incluiu os grupos em seu registro oficial após uma megaoperação policial no Rio de Janeiro. O Paraguai fez o mesmo em outubro de 2025, citando ameaça à segurança nacional. Nos Estados Unidos, a classificação entra em vigor no dia 5 de junho, com sanções financeiras ampliadas e maior cooperação internacional.
Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio de Janeiro, defendeu endurecer as leis contra o crime organizado. Em declarações à Gazeta do Povo e ao programa Sem Rodeios, ele afirmou que líderes de facções deveriam cumprir penas de até 80 anos e reforçou a necessidade de cooperação internacional no combate ao narcotráfico.
Gilmarpalooza: patrocínios ocultos em Lisboa
Empresas ligadas ao fórum jurídico realizado em Lisboa teriam omitido patrocínio de confraternizações e encontros reservados associados ao evento, segundo a coluna de Lauro Jardim. A apuração compara a prática com casos envolvendo pagamentos não divulgados de representantes de figuras públicas.
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