- Greve geral em Portugal, marcada para a quarta-feira, causa cancelamento de voos entre Brasil e Portugal e afeta as companhias TAP Air Portugal e Azul.
- A TAP informou que vai operar setenta e nove voos durante a paralisação, mantendo partidas de Recife, Brasília, Rio de Janeiro e Porto Alegre nos próximos dois dias.
- A Azul cancelou dois voos Campinas–Lisboa na terça-feira e dois voos Lisboa–Campinas na quarta, notificando os clientes afetados.
- O Aeroporto de Lisboa orienta passageiros a verificar o status de seus voos com as companhias antes de se deslocarem ao aeroporto.
- A paralisação foi convocada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses, com apoio internacional, incluindo a CTB, no Brasil.
Uma greve geral de trabalhadores portugueses, marcada para quarta-feira (3), pode afetar voos entre Brasil e Portugal. Companhias aéreas TAP Air Portugal e Azul já anunciaram cancelamentos, assim como o aeroporto de Lisboa orienta os passageiros a checar o status dos voos.
A paralisação é organizada pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), que reúne sindicatos de diferentes setores. O protesto é contra um pacote de medidas trabalhistas proposto pelo governo.
A Azul confirmou o cancelamento de dois voos que partiam de Campinas com destino a Lisboa nesta terça (2) e mais dois voos no sentido inverso para Campinas na quarta (3). A empresa informou que está comunicando os clientes afetados.
A TAP informou que operará 79 voos durante a greve. Entre os voos mantidos estão itinerários de Recife, Brasília, Rio de Janeiro e Porto Alegre. A companhia busca localizar clientes com voos cancelados.
Desdobramentos no setor aéreo
O Aeroporto de Lisboa divulgou avisos oficiais pedindo que os passageiros verifiquem o status com as cias antes de viajar. A paralisação também recebeu apoio internacional, com menções à greve nas redes de sindicatos de outros países.
Contexto internacional
A greve portuguesa ganhou apoio de outras entidades sindicais ao redor do mundo, incluindo a CTB do Brasil, que afirmou em redes sociais que a paralisação interessa trabalhadores globalmente.
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