- O Centro Pompidou-Metz informou que a banana da obra Comedian, de Maurizio Cattelan, foi furtada no museu.
- Segundo o museu, a peça é substituída por uma banana fresca com fita adesiva a cada cerca de três dias; o valor reside no certificado de autenticidade e no protocolo de apresentação, não na fruta em si.
- Não houve dano irreversível à banana, que pode ter sido consumida; o museu afirmou ter substituído rapidamente o alimento.
- O museu abriu processo legal contra “pessoas não identificadas” e disse que não houve espaço para diálogo.
- A mostra Endless Sunday: A Living Exhibition in Perpetual Motion fica em cartaz até 25 de janeiro de 2027.
Um bananaço driblou a segurança do Centre Pompidou-Metz neste fim de semana. A instituição francesa informou que a banana de Maurizio Cattelan, pendurada com fita adesiva na parede, foi furtada. A obra Comedian pertence a uma exposição que fica em cartaz até 25 de janeiro de 2027.
Segundo o museu, a fruta foi substituída por outra banana com fita logo após o ocorrido. O procedimento ocorre normalmente a cada cerca de três dias. O valor da peça não reside na fruta, mas no certificado de autenticidade e no protocolo de apresentação.
O que está em jogo envolve a peça de arte conceitual, que teve venda pública de destaque em 2024 pelo lance de milhões. O museu afirmou que não houve dano irreversível à banana roubada, apenas o furto de parte da experiência temporária oferecida ao público.
Impulso da investigação e histórico do objeto
O Centro Pompidou-Metz informou que abriu uma ação policial contra pessoas não identificadas. A instituição diz condenar o ato, que afeta o respeito às obras em exibição e a experiência dos visitantes.
A obra Comedian, parte da exposição Endless Sunday, aparece como projeto vivo e em movimento, conforme descrição oficial. O objetivo é desafiar convenções de uma mostra tradicional, oferecendo uma experiência que se renova constantemente.
Histórico recente da banana ajuda a contextualizar o episódio. Em 2019, durante a Basel Miami Beach, a banana foi comida por um visitante, gerando debate sobre a natureza da obra. Em 2024, Justin Sun adquiriu a peça e consumiu a banana diante de câmeras. Em 2023, outro visitante já havia comido a banana em outra ocasião.
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